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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

PDT pra todo lado (ou o retorno de Weverton à Câmara)

wevertonPara todo lado que se olhe no Maranhão, o PDT está envolvido em alguma contenda político-eleitoral.
E, com o retorno do presidente estadual do partido, deputado federal Weverton Rocha, ao mandato na Câmara Federal – e sua ascensão à liderança da legenda -, a expectativa é que os pedetistas ganhem ainda mais força no estado.
Até agora, Weverton e seus aliados podem-se considerar derrotados apenas em Pinheiro. Lá, o médico Leonardo Sá deixou a legenda para filiar-se no PCdoB, para ser o candidato oficial do Palácio dos Leões.
Talvez por isso, o parlamentar tenha aumentado o ímpeto com que defende, por exemplo, a candidatura da sua suplente, Rosângela Curado – que agora vai para uma assessoria nos Correios -, em Imperatriz.
O segundo maior colégio eleitoral do Maranhão é, por falar nisso, a localidade onde os embates podem ser mais fortes. Se de um lado Rocha não abre mão da candidatura de Curado, o governo Flávio Dino (PCdoB) quer porque quer que o deputado Marco Aurélio (PCdoB) seja o nome dos aliados do Palácio dos Leões.
Oficialmente, ambos os lados seguem falando que ainda há possibilidade de aliança. Mas nos bastidores, o clima é de guerra declarada.
Em Caxias, por enquanto, o PDT segue tranquilo, com a candidatura de Leo Coutinho, recém-filiado ao pedetismo. Nos Cocais, eles só enfrnetam algum problema se a oposição, formada por Paulo Marinho Júnior e Fábio Gentil, efetivamente se unir. Por enquanto, eles apenas conversam (reveja).
Em São Luís, é o prefeito Edivaldo Holanda Júnior quem levará a bandeira do PDT na tentativa de reeleição.
E, agora, até em Porto Franco o partido está numa disputa que também pode envolver o governo. O vice-prefeito da cidade, Fortunato Macedo Filho, do PDT, foi exonerado do comando da Agerp – onde chegou a ser nomeado irregularmente (reveja).
Macedim, como é conhecido, saiu da Agência no dia 29 de dezembro, quando foi, então, nomeado para o já famoso “limbo” da Casa Civil: ele agora é assessor especial de apoio institucional da pasta – destino recente, por exemplo, de Paulo Guilherme, ex-CCL, e Ester Marques, ex-Secma.
Há quem acredite que o próprio PDT tenha concordado com mudança, já de olho em algo maior mais à frente.
Em ano de eleição, eu não duvido de nada…
Com: Gilberto Léda

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