domingo, 29 de março de 2015

LASCOU!!!! Polícia descobre laboratório de adulteração de cerveja na capital


 Uma abordagem de Policiais do 6º batalhão da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na Vila Janaína resultou na descoberta de um laboratório de adulteração de cerveja. Quatro pessoas foram detidas, mas apenas um homem identificado como Edilson Barbosa das Neves, conhecido como “Beira Mar”, assumiu a autoria do crime. Os outros três homens foram apresentados como carregadores do estabelecimento que já vinha sendo investigado. O flagrante foi por volta das 17h de sábado (28) quando a polícia chegou no momento em que rótulos e tampas de Skol, Brahma e Antártica estavam sendo colocados em vasilhames com cerveja mais barata. Mais de 1.100 garrafas adulteradas, rótulos e tampas foram apreendidos, assim como uma prensa usada para praticar o delito. Os quatro detidos foram levados para o plantão da Cidade Operária (DECOP).

sábado, 28 de março de 2015

Parabéns José das Graças Moreira


Quero aqui deixar  minha homenagem ao companheiro José das Graças Moreira, o Jgmoreira, amigo que conheci ainda minha infância , onde graças aos laços de amizades da nossas famílias pude compartilhar minha infância ao lado dos seus filhos.
Talvez a Ilha de Ventura, que foi palco de nossas travessuras, também tenha servido de inspiração para este amigo, que hoje merecida mente é conduzido a Academia Pinheirense de Letras.  Amigo Zé, hoje o velho “Orbano” deve esta orgulhoso de você ao Lado do também saudoso João Viegas. Eles  que foram prova de amizade.
Que Deus te ilumine ainda mais....

Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade. Por todos os momentos que eu tive você ao meu lado, eu pude ter mais certeza que você é realmente o meu amigo, pude perceber que não importa o momento, você sempre será amigo. Obrigada  e Parabéns !!!!

sexta-feira, 20 de março de 2015

Flávio Dino precisa fazer uma varredura no governo

O jornalista Roberto Kenard fez uma análise muito lúcida sobre que tipo de mudança o governador Flávio Dino deve encabeçar. “Entendedores entenderão” que não se trata de uma caça às bruxas ou de atos de vingança. O Maranhão elegeu Flávio Dino esperando o que ele prometeu, no caso uma mudança radical. E eu vou além: não basta deletar certas figuras da máquina, Flávio precisa abandonar a estrutura de governo criada pelos sarneys e herdada por ele. Esse tipo de estrutura, esse status quo administrativo já se mostrou falida. Zé Reinaldo e Jackson Lago erraram muito ao não mudar o jeito de se organizar e gerenciar os recursos.
Segue o texto:
Flávio Dino (PCdoB) venceu a eleição, nenhuma novidade até aí. Há, no entanto, alguns poréns. Vamos a eles.
Comecemos pela pergunta: com o que o eleitor de Dino contava?
Bem, com o fim de um ciclo de 49 anos de poder do grupo Sarney. O próprio Sarney, quando venceu a eleição de governador, representou o fim do mando do grupo de Vitorino Freire.
E como se deu a mudança?
Os vitorinistas deixaram de participar do governo. Não se trata de vingança ou perseguição, mas de processo natural às mudanças. Como bem disse um poeta, não se constrói o novo com material velho.
Bem aqui começo a tocar no ponto central dessa rápida análise. Sarneístas e gente posta em cargos Maranhão afora pelos Sarney seguem tranquilos em seus cargos. E são – pasmem! – cargos em comissão. Ou seja, uma gente não concursada, na maioria das vezes gente que só recebe o salário sem comparecer ao trabalho.
Para não falar nas pessoas empregadas nos hospitais criados durante a administração de Roseana Sarney (PMDB). Seguem todas intocadas. Essa gente segue agradecida ao grupo Sarney e nos representantes do grupo Sarney seguirão a votar.
Aí mora o perigo, meus caros.
Flávio Dino, se quer representar mudanças, precisa fazer urgente essas transformações, que não são desimportantes como possam parecer.
Não se constrói o novo com material velho, já disse o poeta, repito.
Aqui acaba de ser nomeado Valerio ligado ao prefeito de Pinheiro e a Roseana Sarney

Luciano Genésio recebe forte apoio a sua pre candidatura em 2016

Na noite desta quinta-feira (19), no restaurante “Maracangalha” em São Luís na capital do estado, um grupo de empresários, comandado pelo bem sucedido empresario pinheirense Jackson Coqueiro, e representantes da sociedade civil organizada se reuniram em jantar para hipotecar apoio a pré-candidatura  a prefeito de Pinheiro para Luciano Genésio (SDD).
Ao lado de vários empresários de todos os setores o pré-candidato a Prefeito em Pinheiro pelo Partido Solidariedade, Luciano Genésio, declarou: “Fico imensamente feliz em estar aqui nesta reunião que tem como propósito fortalecer o compromisso na nossa pré-candidatura a Prefeito de Pinheiro. Já fui testado nas urnas varias vezes, e fui muito bem correspondido sempre com uma excelente quantidade de votos, entendo que agora é a nossa vez e, com a ajuda dos amigos, dos empresários, lideranças e a participação ativa das comunidades, vamos conseguir a nossa eleição”.
Afirmou ainda, “Sabemos da importância que é representar o povo em um pleito eleitoral, e com este pensamento iremos trabalhar muito com bons projetos para Pinheiro, que venha favorecer não somente uma classe ou grupo social, mais sim a todos sem distinção alguma”.
Luciano sem duvida nenhuma, tem o apoio irrestrito do Governador Flávio Dino e de uma parcela imensa de pessoas dentro do governo do Maranhão.
Não querendo cometer plágio, mais já plagiando o meu amigo Zé Maria Fernandes, que fez em uma rede social o seguinte comentário "Mais só vejo em Pinheiro, um candidato com densidade, musculatura e tutano nos ossos, para enfrentar com Filuca. Chama-se Luciano Genesio, não podemos achar que Dr. Leonardo Sá, hoje reuni às mesmas condições de Luciano, isso é Ilusão".
O encontro contou com 08 Empresários, incluindo o Ex Deputado Marcos Caldas e a visita ilustre do Secretário de articulação Política do governo do Maranhão Marcio Jerry, amigo pessoal de Luciano.
A todo instante os empresários diziam a "chapa está montada e vamos pra vitória" e ainda, destacaram a determinação e integridade de Luciano Genésio. Frases que afirmavam a experiência e o comprometimento com a comunidade, articulação eram ouvidas o tempo todo.

"Luciano não abrimos mão da tua candidatura e o povo pinheirense precisa de você" e nesse tom o jantar, entrou madrugada a fora.

Desembargadora não conhece a realidade, da educação e vereador comemora em Pinheiro.


O TJMA Tribunal de Justiça do Maranhão declarou inconstitucional a Lei 2.642/2013 de autoria do vereador Stelio Cordeiro, a qual se refere do difícil acesso ao professor que se desloca para desenvolver suas atividades em zona rural do nosso município, infelizmente essa desembargadora
( Anildes Cruz) não conhece geograficamente a realidade desses nobres colega,que chegam a seu local de trabalho através de canoa, cavalo, por ser intrafegável, sem o menor respeito ou desnorteado pela vida o vereador Valter Soares comemorando pelas esquina da cidade com pessoas como ele, que não valorizam a educação. 
Enquanto isto, é uma fartura, falta alimentação escolar, falta concurso público,falta reforma nos prédios que estão insalubre,falta transporte para os alunos, falta, quadros, carteiras, tudo, inclusive gestão democrática e principalmente vergonha na caa
Com informações do Simprossempi




quinta-feira, 19 de março de 2015

PACTO DOS JUÍZES PELA ÉTICA E CONTRA A CORRUPÇÃO


Ao longo dos meses temos informado sobre várias práticas positivas do Judiciário e seus efeitos na sociedade.
Hoje divulgamos um PACTO já firmado por mais de uma centena de juízas e juízes em todo o Brasil, membros de uma Magistratura que batalha incessantemente por um mundo mais justo e inclusivo.
Não existe um "eu" ou um "você", existe somente "nós". O Brasil é do povo brasileiro e a hora da mudança é sempre agora!
Ajude-nos a divulgar o PACTO, vamos fortalecer essa corrente do bem que está movimentando todos nós brasileiros. Compartilhe, comente, curta, fale a respeito.
Divulgaremos diversos trechos do PACTO nos próximos dias.
Quem quiser ter acesso à integra do PACTO e quem são os seus signatários pode acessá-lo por esse link:

TJ confirma cassação de vereador de Estreito por improbidade


m_18032015_1129Desembargadora Ângela Salazar, relatora. Foto: Ribamar Pinheiro
Os desembargadores da 1ª Câmara Cível do TJMA mantiveram sentença que condenou o vereador de Estreito, Manoel Barbosa de Souza, à perda da função pública, além da suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público, ambos pelo prazo de oito anos, e ao pagamento de multa civil equivalente a R$ 44 mil.
O vereador Manoel Barbosa de Souza foi condenado pela 1ª Vara de Estreito por ato de improbidade administrativa, acusado de ter sido beneficiado indevidamente com o valor de R$ 22 mil, causando prejuízo ao erário municipal. Anteriormente, o Tribunal de Justiça considerou presente a improbidade ao analisar a conduta dos demais vereadores da Câmara Municipal de Estreito, pelo mesmo fato.
O vereador recorreu pedindo a improcedência da ação civil pública, sustentando irregularidades na tramitação do processo na comarca de Estreito e afirmando sua boa fé, uma vez que desconhecia a irregularidade do recebimento do valor de R$ 22 mil, que seria destinado a suprir gastos e despesas de gabinete e ações parlamentares.
A relatora, desembargadora Ângela Salazar, considerou regular o processamento da ação e fundamentada a sentença do juízo, confirmando todos os seus termos. “Fica o juiz autorizado a aplicar as cominações pertinentes em razão das circunstâncias fáticas expostas”, justificou.
Para ela, restou flagrante a prática da conduta do vereador, que efetivamente recebeu os valores públicos e os utilizou para pagamento de dívidas pessoais, com a intenção de apresentar notas fiscais para justificar, no final do exercício financeiro, o uso do montante.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Veja como Dilma pode ser investigada criminalmente

Rodrigo Janot (Procurador-Geral da República) e Teori Zavascki (ministro do STF e relator do caso Lava Jato) investigar se Dilma Rousseff (e seu partido: o PT) teria recebido, em 2010, sob a forma camuflada de “doação eleitoral”, dinheiro gatunamente surrupiado da Petrobras. Ao que tudo indica, a cleptocracia nacional (roubalheira das classes dominantes e reinantes) estaria, de forma surreal (por meio de doações eleitorais) lavando dinheiro infecto vindo da corrupção. Eventuais contradições nas falas de Paulo Roberto Costa e Youssef (delatores-gerais da república cleptocrata) não constituem obstáculos, ao contrário, são motivos energizantes da investigação.
estão equivocados (data vênia): não há nenhum impedimento legal ou constitucional para
Nada impede tampouco (aliás, tudo recomenda) que se investigue se o dinheiro, eventualmente dado a Sérgio Guerra (R$ 10 milhões) e a Eduardo Campos (R$ 20 milhões), teria também beneficiado o PSDB (campanha de José Serra de 2010) e o PSB (campanha ao governo de Pernambuco em 2010) como “petropropinas que viraram doações eleitorais”. Todos os partidos suspeitos (companheiros, atentem, todos!) devem ser devidamente investigados para o efeito de se constatar se é verdadeira a tese (que já ganhou foros de voz corrente) de que eles se transformaram em facções criminosas organizadas para pilharem impiedosamente o patrimônio público. Em caso positivo, devem ser extintos tais partidos, sem dó nem compaixão. O expurgo de tumores corruptivos gera a profilaxia do corpo societal e estatal.
O princípio republicano exige que o Brasil (incluindo a corrupção das suas classes sociais dominantes e reinantes) seja passado a limpo (desde a raiz). Investigar a presidenta (e) Dilma por atos supostamente criminosos e ladravazes não é a mesma coisa que abrir “processo” contra ela. Janot e Teori, neste particular, confundiram as coisas (quando arquivaram a possibilidade de investigação de Dilma, citada 11 vezes nas delações até aqui reveladas). Tudo foi didaticamente bem explicado pelo min. Celso de Mello no Inq 672-DF. Abriu-se investigação apenas contra Palocci (que teria sido o intermediário de um empreendimento criminoso com fachada de “doação eleitoral”). Mas a investigação precisa ir mais fundo, para alcançar os “andares de cima” assim como os pilares corroídos dos partidos políticos. Limpeza pela metade é típica de um País de faz de conta. É uma farsa.
O citado art. 86§ 4º, da Constituição, diz que “O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. Leiamos com atenção: não pode ser “responsabilizado”, ou seja, “processado criminalmente em juízo” e, eventualmente, condenado, por atos estranhos às suas funções. Estranhos ou anteriores às funções, como foram os atos da campanha eleitoral de 2010. O que se prevê na norma citada é uma imunidade temporária do chefe do Estado. Imunidade relacionada com o “processo criminal” (em juízo), não com a investigação (ato de comprovação de um crime). Investigados todos podemos ser (quando há indícios mínimos de uma infração penal). Mesmo porque, se os fatos não forem investigados as provas (com o tempo) desaparecem. Sem provas jamais haverá condenação. Imunidade temporária do Presidente da República não significa impunidade perpétua (que é o privilégio desfrutado pelas classes dominantes e/ou reinantes). Investiga-se o fato e processa-se o presidente depois de cessadas suas funções.
O sistema republicano é absolutamente incompatível com o princípio da irresponsabilidade penal absoluta do Presidente da República. O Brasil é uma república, não uma monarquia. Dilma é presidente (a), não Imperadora ou Rainha. Não existem poderes ilimitados na República. Falar de República é falar de responsabilidade (de todos). Até o Presidente da República é súdito das leis vigentes.
Nos crimes funcionais (praticados “in officio” ou “propter officium”) o Presidente da República pode ser processado criminalmente (perante o STF) durante o exercício do seu mandato (exige-se aprovação da acusação por 2/3 da Câmara dos Deputados). Nos outros crimes (estranhos à função ou anteriores a ela) o “processo criminal” não pode ser instaurado, mas pode haver investigação (aliás, pode e deve). É essa lógica incensurável que o STJ aplicou (na semana passada) para autorizar a investigação dos governadores Pezão (RJ) e Tião Viana (AC). Governador não pode ser “processado criminalmente” sem autorização da Assembleia Legislativa. Mas ser “processado” não é a mesma coisa que ser “investigado”.
O agravo regimental interposto pelo PPS contra o ato do ministro Teori Zavascki que mandou arquivar de plano as investigações criminais contra Dilma deve ser acolhido. Suas eventuais condutas criminosas não podem ficar no esquecimento. Dilma deve ser investigada criminalmente. Impõe-se, de outro lado, que o Procurador-Geral da República abra uma linha de investigação específica contra os partidos políticos. Se confirmada a tese de que se converteram em facções criminosas organizadas (por terem recebido “petropropinas” numa ação orquestrada), devem ser extintos e banidos do cenário eleitoral brasileiro. Somente assim o Brasil será passado a limpo.
Publicado por Luiz Flávio Gomes 

terça-feira, 17 de março de 2015

Redução da maioridade penal pode ser votada hoje


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados pode votar hoje (17) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93 que reduz a responsabilidade penal de 18 para 16 anos. A proposta está na pauta e chegou a tramitar na CCJ na última legislatura, mas não foi votada.
Tema polêmico, a proposta de redução da maioridade penal divide especialistas. De um lado, há a ideia de que adolescentes menores de 18 anos têm discernimento para entender que estão cometendo crimes. Portanto, segundo os defensores da redução da maioridade, esses jovens devem ser punidos de acordo com a gravidade do ato.
Por outro lado, defensores da manutenção da maioridade em 18 anos argumentam que a redução da idade para responsibilização penal é uma medida simplista, que pode gerar ainda mais problemas para a segurança pública. Para eles, é preciso ampliar políticas sociais de proteção aos jovens.
Professor da Universidade de Brasília, sociólogo e estudioso da segurança pública, Antônio Flávio Testa defende que os crimes devem ser punidos de acordo com a sua gravidade, independentemente da idade de quem cometeu. “Sempre há discussão em torno de quem cometeu crimes, mas não na família das vítimas. Dizer que, pela idade, uma pessoa é menos perigosa, é falacioso”, afirmou.
Administradora executiva da Fundação Abrinq, que atua na promoção dos direitos de crianças e adolescentes, Heloisa Oliveira diz que o número de atos infracionais cometidos por adolescentes é “muito menor” que o de adolescentes vítimas de violência. “A maior parte dos adolescentes internados, de acordo o Conselho Nacional de Justiça, cometeu roubo ou foi pega praticando tráfico de drogas. Esses crimes são típicos de ausência de uma polícia de enfrentamento às drogas. Isso tem, por certo, adultos por trás”.
Segundo Testa, um crime cometido por um menor ou por um adulto não pode ser tratado de forma diferente e o contexto social não pode ser levado em conta para a punição. “Há uma dívida social com as famílias mais pobres, mais carentes, mas querer dizer que um menor de família pobre que comete um hominídio não deve ser punido, é absurdo. Na minha avaliação, se cometeu um crime grave tem que ser punido de acordo com a gravidade do crime”.
Para Heloisa, a violência deve ser vista como fenômeno social grave e tradada com políticas de prevenção e proteção. “A maioria dos adolescentes internados, quando cometeu seu primeiro ato infracional, não estava mais na escola, ou seja, já estava com um direito não garantido. Muito mais que pensar uma mudança de lei, a gente precisaria investir fortemente em uma política de proteção e de garantia de projeto de vida para esses jovens”.
De acordo com a Constituição, os menores de 18 anos não podem ser imputados penalmente, por isso ficam sujeitos a punições específicas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, as medidas socioeducativas. O relator da PEC, deputado Luiz Couto (PT-PB), apresentou parecer contrário por considerar que as propostas ferem cláusula pétrea da Constituição. Ele argumenta que a PEC desrespeita o Pacto de São José da Costa Rica, tratado internacional de direitos humanos do qual o Brasil é signatário, segundo o qual os adolescentes devem ser processados separadamente dos adultos.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Protestar contra Dilma e a corrupção no governo do PT, não é golpe, é direito!


É triste vê alguns ainda querendo defender o indefensável, será paixão ou estupidez mesmo? deixam de serem patriotas, para serem partidários, assim como seus lideres sagram nosso povo eles querem sangra o nosso direito de protestar contra essa quadrilha organizada que vem nos roubando descaradamente nesses últimos anos. Fora Dilma, Lula, Sarney e levem juntos seus seguidores!