sábado, 9 de fevereiro de 2013

Governo estuda dar 'bolsa novela' para levar TV digital à baixa renda


Para implantar a TV digital no Brasil, o governo estuda doar conversores digitais para a população de baixa renda, no que já está sendo chamado de 'bolsa novela'.
Se adotado, o projeto, do Ministério das Comunicações, atenderá a todos os beneficiários do Bolsa Família.
Com o leilão da frequência de 700 MHz, previsto para o início de 2014, o Executivo pretende abandonar a TV analógica de uma vez por todas.
Assim que a faixa que elas ocupam for destinada à internet 4G, de alta velocidade, quem não tem uma TV digital ou o conversor digital para conectar o televisor antigo não conseguirá assistir aos canais da TV aberta.
'Vamos acabar com a era do bombril na antena. A TV vai pegar melhor', afirmou à Folha o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Para isso, a pasta já está fazendo um estudo de impacto financeiro a fim de viabilizar a medida e, depois, submeter ao crivo da presidente Dilma.
O objetivo principal é conceder benefícios fiscais, subsídios e até facilitar crédito para a compra de televisores digitais e conversores. Nos estratos sociais em que não houver condições de compra, a saída pode ser bancar parte do valor ou mesmo doar o equipamento.
Inicialmente, o 'bolsa novela' integral, com doação, atingiria apenas os usuários do programa Bolsa Família.
Enquanto TVs com tecnologia digital custam a partir de cerca de R$ 300 (14 polegadas), os conversores saem, em média, por R$ 100 – R$ 25 são tributos federais e estaduais.
O governo também estuda criar uma política para desonerar esses conversores, o que ainda precisa ser mais bem discutido internamente. Todos esses benefícios, se adotados, devem valer a partir de 2015 – portanto, após o leilão da faixa 700 MHz e sua consequente implantação.
O governo acredita que um dos bons efeitos colaterais será o estimulo à indústria nacional desses componentes.
'Para a indústria, vai ser muito bom, vai ter dois, três anos de venda assegurada, tanto para o setor de radiodifusão como para o de telecomunicações', diz Bernardo.
A ideia é promover a adesão gradual por estado, até para evitar uma corrida ao comércio em busca por aparelhos e conversores.
Para quem tem renda mais elevada, o governo aposta na chegada dos grandes eventos esportivos, como Copa e Olimpíada, como motivação para a compra de aparelhos.
(Folha Online)
ENTENDA A MUDANÇA
Por que o governo vai mexer nas frequências? 
O objetivo é leiloar para as operadoras de celular a frequência de 700 MHz, hoje usada por canais de UHF.
Por que passar a faixa de 700 MHz para as teles? 
Porque, por razões técnicas, essa frequência permite a expansão mais rápida e mais barata da internet móvel de quarta geração, a 4G.
Por que isso afeta quem assiste à TV? 
A frequência de 700 MHz é como uma rodovia, na qual três faixas servem à transmissão analógica e outras três à digital. Com o leilão, acaba o sinal analógico, deixando livres as três faixas para a internet. Quem não tiver um aparelho digital ou um conversor digital não poderá ver TV.
O que o governo quer fazer para garantir acesso à nova TV digital? 
O governo dará subsídios, isenção de imposto e outros benefícios para permitir que brasileiros de baixa renda adquiram os conversores e não fiquem sem assistir à televisão.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

"A auto-suficiência significa a libertação do Brasil do mercado internacional de petróleo"


Alô PT.!!! O povo quer saber. Se somos " autosuficiente " em petróleo,por que IMPORTAMOS gasolina e etanol ?

Bom pelo menos foi isso que informou o "petralha-mor" em 21 de abril de 2006, somos autosuficiente, e o país ou melhor,  a Petrobras passou a importar mais combustível, para vendê-lo mais barato no País,como ele não sabe de nada, não sabia a data, pensava que era 1º de abril!... 
Bem original, assim é a mão da turma do PT 
Então qual a explicação para esse aumento nos combustíveis:   São várias explicações. Uma delas é que nunca fomos auto-suficientes p.... nenhuma. Trata-se de mais uma propaganda enganosa petralha onde a técnica da meia-verdade foi utilizada para tentar demonstrar uma competência que nunca tiveram, exceto a de enganar a população. Na verdade quando proclamaram nossa auto-suficiência, o nosso país superou na produção o volume de petróleo consumido internamente. Acontece que conforme a qualidade do petróleo extraído, obtem-se quantidade fixas de derivados, ou seja, de um barril de petróleo obtem-se x litros de gasolina, y de diesel e por aí vai, não tem como você programar quantidades desejáveis. Daí, embora a produção supere o consumo em volume, sobra gasolina e faltam vários derivados, obrigando-nos a exportar o excedente a preços competitivos. Como o preço cobrado internamente é um dos mais caros do mundo, vende-se gasolina para fora do país a preços muito mais baixos do que pagamos.

Isso é o que dá nomear companheiros de partido e afilhados políticos para administrar atividades para as quais não estão preparados. Compensam essa deficiência com propaganda enganosa (mentiras), só que mentira tem pernas curtas. Aí o povo começa e não entender certas coisas, e aí o círculo vicioso continua, mais mentiras para consertar as anteriores, e aí, mais blá, blá, blá, blá...


CRÔNICA DE UM CHOQUE ANUNCIADO


Por Carlos Chagas




                                                                  O impasse segue seu curso, agora exposto em sua crueza depois dos pronunciamentos feitos no Congresso, pela reabertura dos trabalhos legislativos e pelo comentário do presidente  Joaquim Barbosa, sobre ser o Supremo Tribunal Federal, o único intérprete da Constituição. Antes, Marco Maia, que saía, Henrique Alves, que entrava,  além  de Renan Calheiros, enfatizaram que apenas Câmara e Senado detém o poder de cassar mandatos. Como pelo menos quatro deputados estão condenados a penas de prisão pela mais alta corte nacional de Justiça, aguarda-se apenas que as sentenças transitem em julgado para que se estabeleça o choque.
                                                                  Os novos comandantes do Congresso rejeitam a cassação automática dos quatro deputados e continuarão respeitando seus mandatos, pelo menos até que se reúnam o Conselho de Ética e o plenário da Câmara, para decidir. 
                                                                  Enquanto isso, porém, o que fará o Supremo Tribunal Federal? Será desmoralizado caso suas condenações sejam desrespeitadas. Apelará para o artigo 142 da Constituição, que estabelece destinarem-se as forças armadas  à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem? Mas não poderá o presidente do Congresso apelar para o mesmo dispositivo? Acresce, para complicar,  pertencer ao  presidente da República a autoridade suprema sobre as forças armadas. Quer dizer, no caso de tanto o Judiciário quanto o Legislativo solicitarem os serviços militares para o cumprimento de suas interpretações, que decisão tomará Dilma Rousseff? E se não tomar nenhuma?
                                                                  Delineia-se uma crise institucional, o que de pior poderia acontecer, com o agravante de que os generais poderão outra vez transformar-se em constitucionalistas, cabendo a eles optar sobre quem tem razão, se o Congresso ou o Supremo...
                                                                  Não parece fácil que, na iminência do choque, venham os presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo, por  coincidência, decidir dar um passeio pela Praça dos Três Poderes e, por mero acaso, encontrarem-se na porta do pequeno museu que mostra, em pedra, o rosto de Juscelino Kubitschek.  Seria uma boa inspiração para assegurar  a  paz.



OS POLÍTICOS E A ATIVIDADE POLÍTICA

                                                                  É bom seguir literalmente o que expôs a presidente Dilma em sua mensagem ao Congresso. Ela não escreveu que  os políticos tem sido vilipendiados,  mas a atividade política. A diferença é sensível, apesar da interpretação meio canhestra dada às suas palavras por alguns líderes parlamentares. As relações entre Executivo e Legislativo são institucionais, não pessoais.

QUEM REPRESENTA O POVO?

                                                                  Entusiasmou-se o novo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, ao sustentar serem apenas  os deputados que representam o povo, abençoados pela votação recebida nas urnas. A representatividade é elástica.   Estarão excluídos dela os presidentes da República, desde que escolhidos em eleições livres? O que dizer dos governadores e dos prefeitos?

MAIS CÂMARA, MENOS TV?

                                                                  Outra declaração de Henrique Eduardo a despertar no mínimo meditação, foi de que a TV-Câmara deve ser mais Câmara e menos TV.   Estaria cogitando de limitar as transmissões ao vivo dos trabalhos no plenário e nas comissões? Abrir câmeras e microfones às Assembléias Legislativas configura  excelente proposta, mas desde que não atropele a divulgação daquilo que de principal e mais importante acontece entre os deputados federais. No Supremo Tribunal federal já houve quem defendesse a censura à divulgação ao vivo de suas sessões. Felizmente, a proposta não pegou.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Bumba-bumba, a Petrobras afunda

Por Pedro Luiz Rodrigues

O problema dos que batem o bumbo de que tudo mudou, com o acompanhamento sanfônico (é sanfônico mesmo, de sanfona) de que tudo-vai–melhor-do-que-nunca, é de que a partitura que seguem muitas vezes só tem a página da frente, elaborada por hábeis compositores-marqueteiros pagos a peso de ouro.  
Como não existe a página dois, nem as demais, passado os acordes festivos da abertura, depois é um deus-nos-acuda, ninguém sabe o que faz, ninguém sabe o que diz.
Lula - temos de reconhecer essa sua inata qualidade - sempre foi o bumbeiro maior de si mesmo. Bumbeiro competente.  Inaugurou, inaugurou,inaugurou, até mais não poder. Algumas vez inaugurou até mais de uma vez, obras do PAC e de fora do PAC, lançou belíssimas pedras fundamentais, algumas das quais ainda estão por aí, não criaram raízes, no meio do caminho.
Talvez não haja entre as bandas enaltecedoras do brilhantismo dos últimos governos, uma que mais tenha despejado dinheiro em publicidade (para vender seus bons produtos, está bem...) e  em propaganda do governo ( o que não está bem, não lhe caberia fazer ou pagar) do que a Petrobras.
Recordo-me, no último período pré-eleitoral, das propagandas  transmitidas repetidamente, em nobilíssimos horários, em todas as cadeias de televisão, com a chancela da Petrobras. Nunca vi tanto povo sorrindo, elogiando a vida, o presente, e o futuro, que às vezes confundia com propaganda eleitoral. E o que é interessante é que o TCU não deu um pio sobre o assunto. Ate agora, pelo menos.
Confesso que fiquei com muita pena da presidente da empresa, Maria das Graças Silva Foster, obrigada a contrariar os marqueteiros do Governo, e com realismo admitir que 2013 vai ser ( assim como 2012 foi), um ano muito ruim para a Petrobras. Isso um dia depois de anunciar queda de 2,35% na produção, e de 36% no lucro da companhia.
O mercado agradeceu a mensagem realista e fez o que lhe cabia fazer diante do melancólico prognóstico para o futuro:  vendeu o que podia, o que fez os papéis da empresa caírem 8,3% em algumas horas. Isso talvez não queira dizer grande coisa, não se sabe, pois quando os preços despencam assim tão abruptamente, voltam a ficar atrativos; o interesse aumenta, a demanda aumenta, os preços sobem. É o mercado.
Pois se a estatal (na verdade, empresa de economia mista) está se enfiando no charco, é por que não a deixam atuar pelas leis de mercado. 
A oferta é limitada. O anúncio de  que rios de petróleo logo estariam subindo pelas tubulações que vão até lá embaixo no pré-sal, percebemos, não passou de um anúncio.
Do outro lado, apesar de estagnada a economia, cresce sem parar o consumo de combustíveis, não só pelo aumento anual da frota de veículos, mas porque os engarrafamentos afetam hoje todas as cidades, vilas e vilarejos brasileiros. Como a produção interna não atende ao consumo (em outras palavras, não existe a auto-suficiência comemorada pelos bumbos lulistas); o que se faz é importar e importar combustíveis. A preços mais altos do que os da venda no mercado interno.
Mas confesso que gostomais da Graça Foster do que da presidente Cristina Kirchner, que não se inibe em promover a opacidade dos dados econômicos na Argentina (e que agora acaba de promover um congelamento de preços para tentar frear a escalada dos preços em seu país, o que todos sabemos de antemão, não vai funcionar).
A presidente da Petrobras disse que o que tinha de ser dito: os recentes reajustes nos preços dos combustíveis (6,6% para a gasolina ; 5,4% para o diesel) apenas tentam tapar o sol com a peneira. Vai haver uma certa melhora nos fluxos de caixa, “mas não é o suficiente para dar o conforto da paridade”.
Em outras palavras, novos aumentos virão para os combustíveis.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Legislativo Municipal inicia os trabalhos legislativo sem metade dos vereadores



Ao contrario do que acontece no resto do Brasil. a Câmara Municipal de Pinheiro-Ma,  iniciará o ano Legislativo de 2013, nesta terça 05/02, aguardando um parecer da Justiça.
Ocorre que a seção do dia 01/01/2013 onde foi realizada a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2013/2014. Está sub- judice, já que na eleição oficial foram identificados marcas em três cédulas o que fere o Regimento  Interno da Casa no seu Artigo 21A, e por consequência esses votos foram anulados. Foi poclamado o resultado da eleição, tendo o Vereador Enesio Vitorino Ribeiro – PDT – 07 (sete) votos e Conceição de Maria Ferreira Silva – DEM – 05 (cinco) votos; Vice-Presidente: João Raimundo Moraes – PSB – 07 (sete) votos e Jaelson Pereira Souza – PV – 05 (cinco) votos; 1º Secretário: Selma Maria Rodrigues Durans – PSL – 07 (sete) votos e Oziel Abreu Menezes – PSD – 05 (cinco) votos; 2º Secretário: Stélio Castro Cordeiro – PSDB – 07 (sete) votos e Antônio Florêncio Ribeiro – PPS – 05 (cinco) votos e 3 (três) votos que foram anulados pela Mesa Diretora totalizando 12 (doze) votos validos 3 (três) votos nulos num total de 15 (quinze) votos. O grupo de vereadores atrelado ao prefeito não aceitou o resultado e criou uma seção paralela, fazendo uma nova eleição a revelia da lei.
Fatos esse que impendem o inicio dos trabalhos, aguardando a manifestação da Justiça,

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Os 18 do Senado se livraram da lata de lixo da História reservada ao bando vitorioso

Augusto Nunes


Tanto a Câmara quanto o Senado ofereceram ao país que presta, nesta sexta-feira, uma notícia boa e outra má. Depois de dois anos na presidência, o companheiro gaúcho Marco Maia voltou ao baixo clero e ao convívio com a multidão de nulidades condenadas à obscuridade. É a boa notícia. A má: o novo gerente do Feirão da Bandidagem é Henrique Alves, que tentou livrar-se do último escândalo em que se meteu com a demissão do bode Galeguinho. É bom saber que o senador José Sarney acabou de deixar o comando da Casa do Espanto. Ruim é saber que o sucessor é Renan Calheiros.
Como registra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, o Congresso mudou para que tudo fique igual: sairam dois casos de polícia, entraram dois prontuários de dimensões amazônicas. Todos estão lá por decisão de milhões de eleitores que votam como se estivessem escolhendo sócios do clube dos cafajestes. O bando que controla o Poder Legislativo faz o que quer por confiar na mansidão bovina do grande rebanho. Enquanto os brasileiros elegerem os sarneys, renans, maias ou alves, não haverá perigo de melhorar.
Políticos são todos iguais, recitam os omissos profissionais, os cansados de nascença ou os que simulam ceticismo para manter em segredo o voto em figuras abjetas. Não são iguais. Os 11 senadores que há dois anos se recusaram a engolir José Sarney são muito diferentes dos que se ajoelharam diante de Madre Superiora. Além de reiterar tal diferença, a eleição desta sexta-feira comprovou o crescimento da bancada dos acreditam que a atividade política não é incompatível com a honradez. Pedro Taques não é igual a Renan Calheiros. Os 18 senadores que apoiaram o senador do PDT de Mato Grosso  são diferentes dos que devolveram à presidência o alagoano apeado do cargo há cinco anos por ter feito sem a devida cautela o que continua fazendo com mais cuidado.
No discurso em que justificou a candidatura sem chances de vitória, Pedro Taques evocou a lição extraída por Darcy Ribeiro dos fracassos que acumulou. Ele tentou e não conseguiu, por exemplo, fazer uma universidade séria.  Nem por isso sucumbiu à amargura. E jamais capitulou. “Os fracassos são minhas vitórias”, ensinou Darcy Ribeiro e repetiu o candidato do Brasil decente. “Eu detestaria estar no lugar de quem venceu.” A resistência democrática tem de decorar a mensagem e entender que não tem o direito de render-se.
Dos 78 presentes, 56 senadores ignoraram o  recado do candidato do Brasil decente. Coisa de otário, conversa de noviço, devem ter achado. As imagens de Renan Calheiros confraternizando com seus eleitores gritam que o cangaceiro governista seus eleitores se merecem. Não importa quanto tempo demore, acabarão juntos para sempre na mesma lata de lixo da História. Desse destino escaparam os 18 do Senado.

Governador Brandão entrega e vistoria obras em Pinheiro e Bequimão neste final de semana

  O governador Carlos Brandão cumpre importantes agendas neste sábado (4) e domingo (5), a partir das 8h, nas cidades de Pinheiro e Bequimão...