OBRAS MAIS ASFALTO

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Os devaneios de Roseana, a amnésia de Adriano Sarney e o incômodo com a eficiência do governo Flávio Dino

Ao que parece, acostumada a apropriar-se do que não lhe pertence, Roseana Sarney quer tomar para si as realizações do governo Flávio Dino. Ela continua insuperável na arte de mentir. E quem mente...

Símbolo da inapetência administrativa e sofrendo de abstinência dos cofres públicos, a filha do coronel Sarney está encantada com a eficiência de Flávio Dino como gestor. É o que se pode deduzir de suas mais recentes declarações.

Em apenas dois anos e meio, Dino fez na educação a revolução que a “princesa da Odebrecht” prometeu em 94. Roseana não só deixou de concretizar obras como sucateou o sistema educacional.

Na contramão disso, mais de 600 escolas foram construídas, reconstruídas, reformadas e revitalizadas por Flávio Dino; criado o sistema de educação profissionalizante em tempo integral e a UemaSul; professores valorizados; eleição direta para gestores escolares, entre outras tantas ações.

Na saúde, Dino promoveu a regionalização do atendimento de alta complexidade com a inauguração de cinco hospitais regionais, enquanto que Roseana (com Ricardo Murad) inventou um programa que prometia 72 hospitais, mas serviu para desvios de recursos pela denominada ‘Máfia da Saúde’. Segundo o Ministério Público, esses desvios podem chegar a R$ 1 bilhão. A própria ex-governadora recebeu mais de R$ 1 milhão de uma das empresas para campanha eleitoral.

Na infraestrutura, o governo já fez a interligação de municípios com a pavimentação de mais de 3 mil quilômetros de estradas e vias urbanas em todo estado. E o programa "Mais Asfalto" continua sendo implementado em parceria com prefeituras, mesmo em um cenário de crise.

Esses são marcos de um governo inovador e que pratica a justiça social, aplicando corretamente os recursos públicos e combatendo a prática de ilicitudes.

São compreensíveis, portanto, os arroubos e devaneios de Roseana, que parecem ter convencido apenas o sobrinho Adriano Sarney. Num surto de amnésia, o herdeiro da oligarquia resolveu atribuir como prática do governo Flávio Dino a utilização de propaganda enganosa. Artifício, sabido por todos, fartamente utilizado nos 14 anos da Sarney no poder, quando a governadora pagava com uma mão e recebia com as duas como acionista da TV Mirante.

Quem melhor definiu a pirotecnia publicitária da oligarquia foi o ex-senador Cafeteira ao afirmar que o governo de Roseana era tão fictício que acabava tão logo o telespectador desligava a televisão.

Tia e sobrinho precisam acordar para a realidade do estado e ver de perto a mudança e os níveis de rejeição à dinastia Sarney.

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