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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Edital do concurso do Tribunal Superior do Trabalho sai em agosto

Uma boa notícia para quem estuda para conquistar uma vaga no serviço público. O Tribunal Superior do Trabalho (TST), segundo a assessoria do órgão, dever abrir concurso ainda em agosto. O número de vagas ainda não foi definido, mas os concurseiros da capital podem se adiantar e direcionar a rotina de estudos ao estilo das provas feitas pela Fundação Carlos Chagas (FCC), escolhida como banca organizadora do certame.
Haverá chances para analista judiciário, de nível superior, com salários que variam de R$ 4.865 a R$ 10.119; e para técnico judiciário, cuja remuneração vai de R$ 2.965 a R$ 6.617, com gratificações. De acordo com o órgão, haverá cargos de nível superior divididos em área administrativa, judiciária e de apoio especializado (contabilidade, análise de sistemas, suporte em tecnologia da informação, taquigrafia). Para nível técnico, haverá vagas para programação, área administrativa e de segurança administrativa.
Já se sabe que as provas serão realizadas em Brasília e os exames aplicados em horários distintos para os cargos de níveis médio e superior, de forma a permitir a participação de um mesmo candidato em ambos os processos seletivos.
Os candidatos serão submetidos a provas objetivas, com questões de conhecimentos básicos — entre 50 e 100 itens — e específicos — entre 70 e 100 itens; discursiva e prática apenas para os cargos de analista judiciário com especialidade em taquigrafia e de aptidão física para a especialidade segurança judiciária. O prazo de validade do concurso será de dois anos, prorrogável por mais dois.

Ansiedade

O concurso é esperado desde janeiro, quando o presidente e ministro do TST, Ives Gandra Martins Filho, autorizou o início dos procedimentos, com expectativa inicial de que o regulamento fosse lançado no primeiro semestre. A busca pela estabilidade financeira é o que faz muita gente estudar para passar em um concurso público, e com a concurseira Adriana Reina não é diferente. “Acredito que o TST seja um ótimo local para se trabalhar, tem uma carga horária reduzida. O que eu busco é qualidade de vida, e acredito que o órgão vai me proporcionar isso da melhor maneira.”
Adriana fez um ano de cursinho presencial, mas hoje prefere usar material on-line para tirar as dúvidas que surgem durante os estudos. “As aulas presenciais foram importantes para eu conseguir ter uma boa base, hoje escolhi estudar sozinha, focar em resolução de questões e revisões constantes.”
Sizian Baltasar também está na disputa. Ela é psicóloga, mas abriu mão de exercer a profissão para estudar para concursos em tempo integral. Há um ano e meio, faz cursinho no período matutino e, no resto do dia, revisa a matéria e faz exercícios. “O Poder Judiciário possui um bom plano de carreira, salários bons e um ótimo horário, pretendo concorrer para o cargo de analista judiciário da área administrativa do TST, mas, se abrir vaga para psicólogo, farei também”.
A espera pelo edital é grande, principalmente para saber o número de vagas que serão abertas. Sérgio Bispo, concurseiro há um ano e meio, estuda o conteúdo básico todos os dias e foca em resolução de questões de conhecimento específico. “Estou estudando para esse concurso porque acredito que será aberta uma grande quantidade de vagas para o cargo que quero concorrer, o de técnico.”
Apesar de estudar há apenas seis meses, Domingos Pimentel não tem medo da concorrência, está preparado para concorrer ao cargo de analista do TST. “Também estou estudando para o concurso do TRE/BA, gostaria de trabalhar em um tribunal”.

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