OBRAS MAIS ASFALTO

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sábado, 17 de setembro de 2016

Operação ‘Serpente da Ilha’ coíbe assaltos no Centro de São Luís

 Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap
Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap
O Centro de São Luís mais seguro para quem mora e trabalha no local. Um dos bairros mais movimentados da cidade e maior ponto do comércio varejista, o Centro foi alvo de operação da Polícia Militar para combater os assaltos e roubos, realizada nesta sexta-feira, 16. Intitulada de ‘Serpente da Ilha’, a ação do ‘Batalhão Tiradentes’ cumpriu 10 mandados de prisão, busca e apreensão, vistoriou pontos mapeados como áreas de tráfico de drogas e realizou abordagens a pessoas e veículos.
O grupo do batalhão concentrou na Praça Deodoro às 8h da manhã para definir as etapas da operação. “Essa ação é preventiva e tem como objetivo impedir os roubos e furtos que são recorrentes nesta área e deixar a população mais segura”, ressaltou o comandante do Batalhão Tiradentes, o tenente-coronel Marques Neto. Todo o mapeamento foi realizado a partir de números dos setores de Estatística da Polícia Militar, relatórios fruto das ações diárias do Batalhão e denúncias recebidas da própria comunidade.
“Andar no Centro da cidade ficou mais tranquilo. É indiscutível que a presença da polícia inibe a criminalidade e para o cidadão é mais segurança”, avaliou a atendente de lanchonete Anamaria de Jesus Soares, 34 anos. A dona de casa Antônia de Jesus Pereira, 44 anos, acompanhou a movimentação dos policiais se preparando para iniciar a operação e disse ter se sentido mais estimulada a fazer compras no local. “O bandido não vai ter coragem de roubar com a polícia andando por todas as ruas”, disse ela. Os policiais em motos, viaturas e a pé vistoriaram ônibus, entraram em lojas, bares e farmácias e também abordaram quem passava pelos pontos de monitoramento da operação.
 Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap
Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap
A operação contou com 100 policiais – homens e mulheres – distribuídos em pontos estratégicos do bairro como a Rua Grande e transversais, Anel Viário e entorno e ainda vias menos movimentadas como as ruas dos Afogados, Pespontão e Alecrim, onde os assaltos ocorrem com frequência, segundo a polícia.
Desde o mês de abril o Batalhão Tiradentes mantém sua base no Centro, na Rua 7 de Setembro. A medida facilita as ações de combate a assaltos e o tráfico de drogas. “Tivemos uma redução significativa destas ocorrências e uma mudança de hábito dos moradores, que agora saem mais às suas portas e caminham com mais tranquilidade pelas ruas”, avalia Marques Neto. O trabalho do Batalhão é feito em parceria e apoio ao 9° Batalhão, que é o responsável pelo bairro.
“A operação é um cerco no Centro de São Luís para acuar a criminalidade e impedir seus atos”, compara o comandante do Batalhão Tiradentes. Somado a ações específicas como a realizada na operação, o grupamento faz ronda permanente nas ruas do Centro da cidade e também recebe denúncias para averiguação.
Prevenção e combate
O efetivo do Batalhão Tiradentes é formado por 150 homens e em sua estrutura conta com 42 motocicletas e 16 viaturas. O comandante acrescenta que a criação do grupo surgiu a partir da avaliação do Comando Geral da Polícia Militar sobre os resultados das atividades do Albatroz, que utilizam motocicletas para o deslocamento; e do Grupo Tático Móvel (GTM). Esse patrulhamento volante e independente das demandas dos chamados de emergência demonstraram grande efetividade e produção. “Por isso reforçou a proposta em criar mais mecanismos com esta forma de ação. O trabalho do Tiradentes tem se destacado pela eficiência nas atividades de combate ao crime neste bairro. Um trabalho que a própria população atesta e apoia”, concluiu Marques Neto.
 Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap
Policiais militares intensificaram as ações de policiamento. Foto: Handson Chagas/Secap

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