A armadilha de taxar o consumidor que investiu na geração limpa, solar e eólica, em mais de 60% para garantir o lucro de usinas termelétricas, super poluentes, foi por água abaixo pela articulação de Jair Bolsonaro. A agência reguladora Aneel não conseguiu conter o ímpeto de ajudar distribuidoras parceiras, mas encontrou no presidente, sempre acusado de ser contra o meio ambiente, o maior defensor da energia renovável.
Bolsonaro foi taxativo e disse ter obtido garantias dos presidentes Davi Alcolumbre (Senado) e Rodrigo Maia (Câmara) de proibir a taxação.
A medida deve reduzir a emissão de gases poluentes de termelétricas, mas nenhuma ambientalista, sueca ou nacional, agradeceu Bolsonaro.

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