Em entrevista à TV Difusora, uma vizinha da família de Robert Serejo, assassino confesso da pequena Alanna Ludmilla, disse ter ajudado a mãe dele e o filho de 4 anos, fruto do relacionamento com a mãe de Alanna, a fugir da ira de populares.
De acordo com a mulher, que não quis se identificar, no dia em que o corpo da criança foi encontrado, populares tentaram invadir a residência da família do então principal suspeito, que estava foragido, e atear fogo.
““Tentaram atear fogo na casa enquanto a mãe e o pai dele estavam lá. Eu, no meio do sufoco, tentei socorrer a Miriam [mãe do acusado], que temia pela própria vida e precisou sair da casa às pressas com o neto vestindo apenas uma cueca”, conta a vizinha.
““As pessoas precisam respeitar a Miriam como mãe”, compelta a testemunha. Segundo ela, a mãe de Serejo estava muito abalada pelo crime cometido pelo filho, e que desejava que ele pagasse pelo que fez, caso confirmado, o que veio a ocorrer no sábado (4).
“A gente não escolhe os filhos que tem”, concluiu.
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