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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Deu na Veja: além de Sarney e Roseana, Lobão deve aparecer na delação da Odebrecht

A Revista Veja desta semana informa que o senador e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR), alvo de inquéritos relacionados à Operação Lava Jato, anda espalhando pelo Senado que o apelido Caju na delação da Odebrecht se refere ao senador maranhense Edison Lobão.
E Lobão não é o único maranhense que deve ser citado na delação da Odebrecht.
A ex-governadora Roseana Sarney e o ex-senador José Sarney aparecem nas planilhas da Odebrecht que listam pagamento de propina, segundo publicação do site Congresso em Foco. Sarney é descrito na lista pelo codinome “escritor”. A empresa é acusada de pagar propina para políticos e funcionários da Petrobras.
As planilhas foram apreendidas em fevereiro do amo passado com o então presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa Silva Júnior, no Rio de Janeiro, durante a fase Acarajé da Lava Jato. Os papéis, entre os quais cópias de planilhas com várias anotações a mão, atribuem doações eleitorais a cerca de três centenas de políticos, entre os quais Roseana e José Sarney.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as 77 delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na última segunda-feira, 30, sem remover o sigilo do material. A decisão sinaliza à opinião pública que o Supremo não deve retardar as investigações sobre a Operação Lava Jato.
A decisão ministra Cármen Lúcia torna oficiais os depoimentos de 77 executivos e ex-executivos da empreiteira. Agora, as centenas de páginas de depoimentos produzidos pela operação Lava Jato serão analisados pela Procuradoria Geral da República (PGR). A partir disso, os procuradores decidirão contra quem serão apresentadas denúncias à Justiça.
Segundo a assessoria de imprensa da PGR, cabe ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, analisar essas delações, mas não há um prazo para que isso seja feito.
Uma vez feitas as denúncias, caberá ao relator do processo no STF, ministro Edson Fachin, decidir se elas devem ser aceitas ou não.

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