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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Pelo ação ou omissão que se ver em Pinheiro eu não acredito...


Lançada a Gestão Estratégica do MPMA para o período de 2016 a 2021

Evento contou com a presença de membros e servidores
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MPMA inicia gestão estratégica para os próximos quatros anos
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Francisco Barros destacou que o planejamento vai colaborar com o aumento da produtividade ministerial
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Representantes da Administração Superior e dos servidores participaram da mesa de abertura dos trabalhos
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Luiz Gonzaga Martins enfatizou que o fortalecimento institucional contribui para elevar os padrões de eficiência
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Raul Sturari, do Instituto Sagres, apresentou metodologia do planejamento
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Verônica Korílio falou sobre a importância dos planos de comunicação e tecnologia
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Metodologia da gestão por competências foi apresentada por Maria Júlia Pantoja
Na manhã desta sexta-feira, 4, foi lançada no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, a Gestão Estratégica do Ministério Público do Maranhão para o período de 2016 a 2021, que corresponde ao planejamento estratégico da instituição. Membros e servidores acompanharam a apresentação dos professores-doutores e consultores, Raul Sturari e Verônica Korílio, do Instituto Sagres (responsável pela elaboração do planejamento), que discorreram sobre o conceito, a metodologia, as etapas e o cronograma de trabalho.

Na ocasião, a professora-adjunta da Universidade de Brasília (UnB), Maria Júlia Pantoja de Britto, que atualmente integra o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, proferiu a palestra "Gestão por competências no MPDFT, conceitos, metodologias e experiências dos ramos do MPU", cujo objetivo foi sensibilizar os presentes para a implementação do projeto Gestão por Competências.
O novo planejamento estratégico do MPMA será elaborado em 12 meses, sendo dividido em nove etapas. A previsão é que todo o programa seja encerrado em novembro de 2016. No entanto, o plano estratégico deverá estar pronto em maio do próximo ano, antes do fim da gestão da atual administração. Os trabalhos vão envolver membros e servidores de todos os setores da instituição.
A mesa do evento foi formada pelo procurador-geral de justiça em exercício, Francisco das Chagas Barros de Sousa; o diretor-geral da PGJ, Luiz Gonzaga Martins Coelho; a chefe de gabinete da Corregedoria-Geral do MPMA, Doracy Moreira Reis Santos; a procuradora de justiça Mariléa Campos dos Santos Costa; a diretora do Escola Superior do Ministério Público do Maranhão (ESMP), Ana Teresa Silva de Freitas; a diretora da Secretaria para Assuntos Institucionais, Fabíola Fernandes Faheína Ferreira; e o presidente do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Maranhão (Sindsemp), Valdeny Barros. O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (Ampem), José Augusto Cutrim Gomes, também participou do lançamento. 
Na abertura, o diretor-geral da PGJ, promotor de justiça Luiz Gonzaga Martins Coelho, afirmou que o planejamento busca traçar estratégias para o fortalecimento da instituição. "Fico feliz de participar da construção de um Ministério Público mais forte, mais resolutivo, com o foco na defesa da cidadania, justiça social e na diminuição das desigualdades", frisou.
Seguindo o mesmo sentido, o procurador-geral em exercício, Francisco das Chagas Barros de Sousa, afirmou: "A elaboração do planejamento objetiva ampliar o atendimento às demandas, elevando os padrões de eficiência e transparência, contribuindo para o exercício da cidadania. Desejo que os melhores frutos advenham deste esforço institucional", completou.
ELABORAÇÃO
A apresentação das etapas e da metodologia de elaboração do planejamento foi iniciada pelo consultor Raul Sturari, do Instituto Sagres, que tem sede em Brasília. "O planejamento deve ser um verdadeiro instrumento de gestão de todos os setores do Ministério Público", afirmou.
Sturari explicou que projeto é dividido nas seguintes fases: início, avaliação diagnóstica, análise prospectiva, planejamento estratégico, desdobramento e alinhamento, plano de comunicação da estratégia, plano de tecnologia da informação, monitoramento e avaliação, e encerramento.
O professor informou, ainda, que serão realizados, em março, encontro regionais em Timon, Santa Inês, Imperatriz e São Luís, com o objetivo de ouvir a comunidade, além dar voz aos servidores e membros da instituição que atuam no interior. "Entre 9 e 13 de maio, o Plano Estratégico deverá ser entregue. A nova gestão do MPMA assumirá com o novo planejamento".
Raul Sturari acrescentou que o trabalho não será encerrado com a entrega do plano. "Novas etapas, de igual importância, darão continuidade ao trabalho, como o desdobramento e alinhamento da estratégia".
DESDOBRAMENTO
A s fases posteriores à entrega do planejamento estratégico foram explicadas pela consultora Verônica Korílio, incluindo a elaboração do mapa estratégico. "O mapa é o instrumento mais importante para o desdobramento e deve reunir todos os elementos para o caminho do êxito do projeto".
Korílio destacou, ainda, a importância da elaboração dos planos de comunicação da estratégia e de tecnologia da informação para o sucesso do planejamento. "A gestão estratégica é um processo contínuo, cuja finalidade é a melhoria do desempenho da instituição".
COMPETÊNCIA
Durante a palestra "Gestão por competências no MPDFT, conceitos, metodologias e experiências dos ramos do MPU", a professora Maria Júlia Pantoja de Britto frisou que o conceito da gestão por competências vem sendo implementado no setor público brasileiro nos últimos 20 anos. "A exigência pela qualificação profissional tem sido cada vez maior, devido à velocidade do desenvolvimento tecnológico e das transformações no conhecimento", destacou.
Ela também discorreu sobre normas que instituíram este conceito no setor público, como o Decreto nº 5.707/2006 da Presidência da República, que instituiu a política e as diretrizes para o desenvolvimento de pessoal na administração pública federal. Um dos objetivos do documento é assegurar a melhoria da eficiência, eficácia e qualidade dos serviços públicos prestados ao cidadão. O outro é o Acórdão n º 3023/2013 do Tribunal de Contas da União (TCU).
Maria Júlia Pantoja de Britto explicou, ainda, que o conceito de competência é constituído de conhecimentos, habilidades e atitudes, dependendo de quatro fatores: saber, saber fazer, querer fazer e poder fazer. "A nossa transformação só vai acontecer no momento em que nós protagonizarmos a mudança. Não precisamos delegar este protagonismo a ninguém", enfatizou.
Redação: Eduardo Júlio (CCOM-MPMA)
Fotos: Carolina Prazeres (CCOM-MPMA)

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