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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Ferry Boat fura o casco no meio da baía de São Marcos

Ferry Boat Cidade de Alcântara, administrado pela Empresa Internacional Marítima
    Ferry Boat Cidade de Alcântara, administrado pela Empresa Internacional Marítima
O ferry boat Cidade de Alcântara, que fazia a travessia Cujupe/São Luís, por pouco não ocasionou a maior tragédia marítima do Maranhão, na tarde desta terça feira (22). Segundo um funcionário que trabalha no ferry boat, ao voltar do Cujupe, já percorrido mais de 50 minutos da viagem, foi percebido pelos tripulantes, que o casco havia furado e muita água estava invadindo o porão. Sem chances de voltar e bem mais perto de São Luís, o comandante do Ferry resolveu seguir viagem e por pouco não aconteceu uma tragédia. Os passageiros não foram avisados e somente deu tempo do desembarque.
Os passageiros que aguardavam o ferry boat na Ponta da Espera, tiveram que esperar quase 4 horas para poder embarcar em outro transporte que ainda seguia para o Cujupe. Após o desembarque, o ferry Cidade de Alcântara, foi direto para o estaleiro, onde mais uma vez será feito novos “remendos”. A tragédia está anunciada e só basta os responsáveis saírem do gabinete e mostrarem serviço.
A travessia Ponta da Espera/Cujupe/Ponta da Espera, tem se tornado um verdadeiro tormento para os usuários e uma tragédia já é esperada há muito tempo. A pedra já foi cantada aqui neste Portal, onde vários ferry’s já foram mostrados com defeitos graves, que podem ocasionar uma grande tragédia.
O ferry boat Cidade de Araioses, que foi anunciado como novo, não passa de mais um casco velho comprado em Salvador-BA e pintado no Maranhão para enganar os usuários, que mesmo pagando uma passagem absurdamente caro, ainda são desrespeitados por alguns funcionários das concessionárias que prestam um péssimo serviço há décadas. Esse mesmo ferry “Novo” está com grande parte do corrimão quebrado e desgastado pela ferrugem.
O site da Emap (Empresa Maranhense de administração Portuária) mostra os diretos e deveres dos usuários, mas nem sempre são cumpridos. Os passageiros não são identificados e basta chegar com R$ 11,00 que qualquer um passa no portão e viaja. Abaixo, você vai ver o que deveria ser cumprido e até agora nada. É preciso o PROCON-MA, fazer uma fiscalização rígida, acompanhado de um Engenheiro Naval, para verificar as condições desse transporte, que mais uma vez vou repetir, está preste a cometer uma tragédia.
F/João Filho

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