Natal é o nascimento de Cristo. Ano
Novo é o nascimento de uma nova esperança. Que o seu Natal seja
brilhante de alegria, iluminado de amor. Feliz Natal e que o seu Ano
Novo seja cheio de esperança.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
FELIZ NATAL
Que este natal não seja apenas comemorado o nascimento de Cristo... Mas, que toda a familia maranhense comemore o renascimento do Maranhão que pelas mão do novo governo volte a ser do povo que o MARANHÃO SEJA DE TODOS NÓS!!!!
2014 um ano para não esquecer

Por José Reinaldo Tavares
O magnífico discurso que um Flávio Dino muito emocionado proferiu na cerimônia de diplomação dos eleitos neste ano mostrou que o governador eleito, hoje sem sombra de dúvidas, é o maior e mais popular líder político do estado. Ele está atento a realidade de um estado dominado pela pobreza, mas pela esperança de que tudo vai mudar.
Ao dizer o que para ele significa aquele diploma que tinha acabado de receber deu a essência do que norteará suas ações no governo. Ali, simbolicamente estavam os Josés, as Marias, os Raimundos e todas àquelas pessoas do povo que o receberam em suas andanças, nas portas de suas casas humildes e diziam que oravam por ele, que acreditavam nele- só faltavam dizer que precisavam dele-reafirmando mais uma vez que o mais importante a fazer é dar àquelas pessoas a oportunidade de uma vida digna, o que nunca tiveram nesses anos de domínio absoluto da família Sarney.
E foi exatamente nos governos de Roseana Sarney e Lobão, na década de 90, tão ruins para a população que foi chamada de década perdida, e nos recentes dela, depois do golpe jurídico que tirou Jackson lago do governo, que tudo se agravou. Nos da década de 90 eu, no meu governo, reverti a situação vexaminosa e Jackson continuou esse trabalho de recuperação, mas a volta de Roseana Sarney ao governo pois tudo a perder e o Maranhão está chegando ao fundo de um poço muito profundo de pobreza, corrupção e indiferença. Só para citar indicadores mais recentes, divulgados agora, o Maranhão tem o maior contingente de pessoas passando fome ou com muita dificuldade para obter a alimentação de cada dia, na verdade quase metade da população enfrenta muitas dificuldades todos os dias. Outro dado terrível é que temos o maior número de miseráveis entre todos os estados brasileiros comparativamente à sua população e mais da metade de nossos jovens estudantes não conseguem interpretar um texto. Vamos ficar por aqui, mas tudo é muito ruim, qualquer indicador social, além da pior renda individual do país.
É esse quadro desolador que o novo governador vai encontrar. E, o pior, está tudo envolto em mistério, nada de relevante é fornecido como se quisessem atrapalhar o Maranhão pela última vez em uma despedida melancólica e sem sentido. Nada disso fará mudar a realidade do descalabro financeiro que querem ocultar até a última hora, dos malfeitos, das coisas sem explicação, dos desvios de finalidade prática comum do governo que sai, encerrando esse ciclo sombrio de poder que nos deixa uma herança maldita.
E isso se dá em todos os setores governamentais. Pouco se pode aproveitar e quase nada continuar. É como se no Maranhão tudo precisasse começar do zero. Ou menos de zero em alguns setores.
No setor do gás, por exemplo, uma riqueza estratégica e fundamental, foi entregue tudo a Eyke Batista, o empresário amigo e maior financiador das campanhas da família para usar como quisesse como se dele fosse. E aí todo o gás até então disponível foi usado para gerar energia em termelétricas que não deixam nada para o Maranhão. Vamos ter muito trabalho e colaboração, inclusive das empresas que hoje sucederam o ex-mega empresário para disponibilizarmos um pouco do gás maranhense para atender os verdadeiros interesses do estado, a industrialização, os empregos e a renda.
Flávio confirma cada vez mais que está preparado para governar e enfrentar os desafios.
Acredito que fará um governo marcante que mudará o Maranhão.
A cerimônia de diplomação dos eleitos foi um momento de recordações para todos nós. Me lembrei de tudo que tive que passar desde que houve o rompimento com a família Sarney até aquele momento. Para mim, tudo aquilo tinha um sabor especial, de reconhecimento pela minha participação na saga recente do Maranhão. Fiquei muito feliz de estar ali naquele momento.
Sei que despertei ódios imensos, afinal, foram duas vitórias que tivemos, desde então, esta última definitiva. Mas sei que enquanto tiverem algum poder serei sempre o alvo maior e que esse capítulo pessoal ainda não se encerrou. Minha vida sempre foi de lutas e estarei sempre pronto para enfrentar a ira dos poderosos.
Obrigado Maranhão pelo apoio que sempre recebi da população!
Feliz Natal a todos!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
VENINA "VENENO" RELATA COMO INFORMOU GRAÇA FOSTER DAS CORRUPÇÃO NA PETROBRAS
A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca esteve pessoalmente com Graça Foster informando-a sobre irregularidades em contratos de diversos setores da companhia, na época em que a atual presidente da empresa era diretora de Gás e Energia. Ela contou ao Fantástico contou que “percebeu que havia irregularidades” em 2008 e que, desde então, reportou problemas aos superiores, entre eles o gerente-executivo, diretores e a atual presidente.
A documentação com as denúncias da gerente foi entregue ao Ministério Público, que investiga o escândalo de corrupção na Petrobras no âmbito da Operação Lava Jato. Ela disse que “vai até o fim” nas denúncias, e informou que outros funcionários da empresa sabem das irregularidades, por isso fez um apelo para que todos eles sigam seu exemplo e também denunciem o que sabem sobre o esquema de corrupção na estatal.
Venina disse que havia todos os tipos de irregularidades, como pagamentos por serviços não-prestados, contratos aparentemente superfaturados, negociações em que eram solicitadas comissões para as pessoas envolvidas e uma série de problemas que feriam o código de ética e os procedimentos da empresa. Segundo Venina, havia o “esquartejamento” de projetos para dificultar a fiscalização.
A ex-gerente assegurou que Graça Foster foi informada das irregularidades não só por email, mas, também, pessoalmente.
“Num primeiro momento, em 2008, como gerente-executiva, eu informei ao então diretor Paulo Roberto Costa, informei a outros diretores como a Graça Foster, e em outro momento, como gerente-geral, eu informei aos meus gerentes-executivos, José Raimundo Brandão Pereira e o Abílio [Paulo Pinheiro Ramos], que era meu atual gerente-executivo. Informei ao diretor [José Carlos] Cosenza (…) Informei ao presidente [José Sérgio] Gabrielli. Informei a todas a pessoas que eu achava que poderiam fazer alguma coisa para combater aquele processo que estava se instalando dentro da empresa”, afirmou.
Na época, Graça Foster era diretora de Gás e Energia. Ela assumiu o atual cargo em fevereiro de 2012, substitutindo Sérgio Gabrielli, que estava no cargo desde julho de 2005.
“Eu estive com a presidente [Graça Foster] pessoalmente quando ela era diretora da área de Gás e Energia. Naquele momento, nós discutimos o assunto. Foi passado uma documentação pra ela sobre o processo de uma denúncia na área de comunicação. Depois disso, a gente (…) ela teve acesso a essas irregularidades nas reuniões da diretoria-executiva”, declarou Venina Velosa. “Em nenhum momento, se não houve a compreensão daquilo do que eu estava falando, fui chamada a dar esclarecimento a respeito do assunto”, acrescentou.
Ela mostrou o conteúdo de um e-mail enviado a Graça Foster em outubro de 2011, na qual diz que gostaria conversar “olhando direto nos seus olhos”.
Encontro com Paulo Roberto Costa
Venina lembrou que, ao relatar o problema ao atual delator do esquema, Paulo Roberto Costa, foi acusada de “querer derrubar o governo”.
Venina lembrou que, ao relatar o problema ao atual delator do esquema, Paulo Roberto Costa, foi acusada de “querer derrubar o governo”.
“Esse evento aconteceu quando eu fui apresentar o problema que ocorreu na área de comunicação, que eu cheguei na sala dele e falei, ‘olha aqui tem só uma amostra do que tá acontecendo nessa área’. Eram vários contratos de pequenos serviços onde nós não tínhamos conhecimento do tipo de serviço, se aquilo estava sendo realmente prestado. Mas mostrava um esquartejamento do contrato. Aí naquele momento, eu falei: ‘eu nunca soube nada disso, eu estou sabendo disso agora e eu acho que isso é muito sério e acho que devemos que tomar atitude em relação a isso’. Aí ele pediu que eu procurasse o gerente responsável e pedisse pra que ele parasse”, relembra ela.
“Ai eu falei com ele o seguinte: ‘ele já fez, não tem como eu agora chegar e falar ‘vamos esquecer o que aconteceu e vamos realmente trabalhar diferente daqui pra frente”. Existia um fato concreto que tinha que ser apurado e que tinha que ser investigado. Aí nesse momento ele ficou muito irritado comigo. A gente tava sentado numa mesa da sala dele, ele apontou pro retrato do Lula, apontou também pra direção da sala do Gabrielli e me perguntou: ‘você quer derrubar todo mundo?’ Aí eu fiquei assustada e falei pra ele assim: ‘olha, eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar a minha cabeça num travesseiro e dormir, e no outro dia de manhã eu tenho que olhar nos olhos dela e não sentir vergonha’”.
Paulo Roberto Costa, que chefiou a diretoria de Abastecimento de 2004 a 2012, assinou um acordo de delação premiada para contar o que sabe em troca de uma possível redução de pena. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.
Ela negou ter participado de qualquer esquema com Paulo Roberto Costa. “Se eu tivesse participado de algum esquema, eu não estaria aqui hoje. Eu não teria feito a denúncia que eu fiz, não teria ido ao Ministério Público, entregue o meu computador com todos os documentos que eu tenho desde 2002″, disse.
Contratos do ex-marido
Venina rebateu uma denúncia de que teria beneficiado o ex-marido com um contrato feito na empresa. Ela relata que os contratos do ex-marido com a estatal eram de 2004 e de 2006 e que a condição que apresentou para assumir o relacionamento, em 2007, foi que o contrato fosse descontinuado.
Venina rebateu uma denúncia de que teria beneficiado o ex-marido com um contrato feito na empresa. Ela relata que os contratos do ex-marido com a estatal eram de 2004 e de 2006 e que a condição que apresentou para assumir o relacionamento, em 2007, foi que o contrato fosse descontinuado.
“O contrato foi anterior ao casamento e, no momento em que a gente assumiu essa relação, a condição foi: vamos interromper esse contrato porque tem uma questão de ética dentro da Petrobras e minha que eu não posso aceitar. E isso foi feito com parecer jurídico”, afirma.
“Agora, eu só quero deixar bem claro que essa empresa é uma empresa muito competente. Não fui só eu que fiz o contrato, a atual presidente quando trabalhava na [diretoria de] TVG, lá em 2001, 2002, também assinou um contrato com ele. E depois, talvez em 2008, também assinou um contrato com essa mesma empresa para fazer integração dos modelos de gestão das termoelétricas. Então o que eu posso falar é que ela fez isso com base nas características técnicas da empresa da mesma forma que eu fiz antes de me casar. E depois de casada nós interrompemos o contrato”, acrescentou.
Convocação a demais funcionários
Venina lembra que, durante todo o processo da comunicação das irregularidades, foi “assediada” e “pressionada” por assistentes da diretoria e da presidência que falavam: “tem muita gente envolvida, você não pode tratar essa questão dessa forma”. Em seguida, diz que recebeu “várias” ameaças por telefone.
Venina lembra que, durante todo o processo da comunicação das irregularidades, foi “assediada” e “pressionada” por assistentes da diretoria e da presidência que falavam: “tem muita gente envolvida, você não pode tratar essa questão dessa forma”. Em seguida, diz que recebeu “várias” ameaças por telefone.
“A única coisa que me sobrou foi meu nome. E quando eu vi que eles colocaram meu nome associado a coisas que eu não fazia, eu chamei minhas duas filhas e falei: ‘olha meninas, ou eu reajo e tento fazer, limpar meu nome, ou vou deixar isso acontecer, a gente vai ter uma certa tranquilidade agora e o trator vai passar por cima depois’”, disse.
Venina admitiu ter medo das consequências das suas denúncias, mas disse que irá “até o fim”. E convocou os funcionários da Petrobras a terem a mesma atitude.
“Eu tenho medo? Tenho medo. Mas eu não vou parar. Eu espero que os empregados da Petrobras, porque eu tenho certeza que não foi só eu que presenciei, eu espero que os empregados da Petrobras criem coragem e comecem a reagir. Nós temos que fazer isso para poder realmente fazer a nossa empresa de volta a ser o que era. A gente tem que sentir orgulho, os brasileiros têm que sentir orgulho dessa empresa. Eu vou até o fim. Eu tô convidando vocês pra virem também”, completou.
Petrobras diz que tomou todas as providências
A Petrobras voltou a declarar que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados por Venina Velosa da Fonseca. Segundo a empresa, não procede a afirmação de que não houve apuração sobre as irregularidades apontadas por Venina porque todas foram encaminhadas às autoridades competentes.
A Petrobras voltou a declarar que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados por Venina Velosa da Fonseca. Segundo a empresa, não procede a afirmação de que não houve apuração sobre as irregularidades apontadas por Venina porque todas foram encaminhadas às autoridades competentes.
A Petrobras também repetiu que, possivelmente, a funcionária trouxe a público as denúncias porque foi responsabilizada por uma comissão interna. A empresa reafirmou que Graça Foster e José Carlos Cosenza não sabiam de irregularidades e que a presidente da Petrobras só foi informada dessas irregularidades, por Venina da Fonsenca, no dia 20 do mês passado.
O ex-presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, afirmou que nunca foi informado diretamente por Venina da Fonseca sobre a existência de corrupção na empresa.
A defesa de Paulo Roberto Costa declarou que praticamente todos os aspectos investigados pelo Ministério Público Federal foram mencionados na delação premiada do ex-diretor e que não há como comentar incidentes específicos.
O ex-presidente Lula não quis se pronunciar. E os demais citados na reportagem não foram encontrados.
E em entrevista publicada neste domingo por jornais da América Latina, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil não vive crise de corrupção.
Entenda as denúncias de Venina
Há nove dias, uma reportagem do jornal “Valor Econômico” mostrou que a ex-gerente alertou diversas vezes sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da Petrobras antes mesmo de a Polícia Federal (PF) deflagrar em março a Operação Lava Jato. Antiga subordinada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, ela foi transferida para a Ásia após denunciar o esquema de corrupção e, posteriormente, foi afastada.
Há nove dias, uma reportagem do jornal “Valor Econômico” mostrou que a ex-gerente alertou diversas vezes sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da Petrobras antes mesmo de a Polícia Federal (PF) deflagrar em março a Operação Lava Jato. Antiga subordinada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, ela foi transferida para a Ásia após denunciar o esquema de corrupção e, posteriormente, foi afastada.
O jornal relatou que, apesar das advertências, a direção da empresa não agiu para conter os desvios bilionários e ainda destituiu de seus cargos os executivos que tentaram barrar o esquema de corrupção.
A Petrobras afirmou, na terça-feira (16), que a ex-gerente só enviou em novembro deste ano, à presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e-mail alertando sobre irregularidades na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, e nas áreas de Comunicação do Abastecimento e à área de comercialização de combustível de navio (bunker).
“Os temas supracitados foram apenas levados ao conhecimento da Presidente através de email recente, de 20/11/2014, quando a empregada já havia sido destituída de sua função gerencial. Nesta data, as irregularidades na Comunicação do Abastecimento e na RNEST já haviam sido objeto de averiguação em Comissões Internas de Apuração, bem como as irregularidades da área de comercialização de combustível de navio (bunker) em Grupos de Trabalho”, diz a Petrobras em nota.
Ainda segundo a estatal, Graça Foster respondeu a Venina no dia seguinte, “informando que estava encaminhando o assunto ao Diretor José Carlos Cosenza e ao Jurídico da Petrobras para averiguação e adoção das medidas cabíveis”
BANCADA DO PETROLÃO TENTARÁ DRIBLAR A CASSAÇÃO
BANCADA DO PETROLÃO ALEGARÁ QUE NNGUÉM É CASSADO POR ATOS COMETIDOS ANTES DO MANDATO
A cassação de deputados e senadores enrolados no Petrolão pode ser inviabilizada por uma antiga regra, não escrita, que já livrou muitos deles da perda de mandato: ninguém é punido por quebra de decoro sobre fato ocorrido em legislaturas anteriores. Segundo essa regra, ficariam livres de processo toda a Câmara e um terço do Senado, que em fevereiro tomam posse de mandatos obtidos nas últimas eleições.
A regra de não cassar por fato ocorrido antes do mandato livrou vários mensaleiros cujos processos foram adiados para a legislatura seguinte.
O procurador-geral Rodrigo Janot já avisou que somente em fevereiro, após o início da próxima legislatura, denunciará a bancada do Petrolão.
A deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), enrolada no escândalo da Caixa de Pandora, livrou-se da cassação usando a “regra não escrita”.
A regra fez a Câmara “cozinhar” a cassação de Genoino e João Paulo, do PT-SP, Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
GABRIEL MEDINA É CAMPEÃO MUNDIAL DE SURFE

FESTA BRASILEIRA EM NORTH SHORE: MEDINA COMEMORA O TÍTULO MUNDIALFOTO: KIRSTIN SCHOLTZ / ASP,DIVULGAÇÃO
Sexta-feira, 19 de dezembro, é um dia histórico para o esporte nacional. Aos 20 anos, Gabriel Medina é o novo campeão mundial de surfe. O paulista de Maresias não precisou nem mesmo esperar o final da última etapa do circuito para se tornar o primeiro brasileiro a conquistar o principal circuito do esporte. Após se classificar às quartas de final, Medina viu Kelly Slater e Mick Fanning serem derrotados pelo catarinense Alejo Muniz, o que garantiu o título ao seu compatriota.
"Garoto dos recordes", Medina iguala feito de Slater e mostra ser fenômeno
Veja a trajetória de Gabriel Medina em sete vídeos
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Depois de cinco dias de interrupção por falta de condições para o surfe, a ondulação esperada pela organização do Pipe Masters entrou e os surfistas voltaram à disputa. Com um começo avassalador, Medina atropelou o havaiano Dusty Payne e ganhou com facilidade a sexta bateria do dia. Com dois belos tubos em Pipeline (saída pela esquerda da onda), saiu na frente com notas 8,83 e 5,83.
O adversário, que lutava pelo título da Tríplice Coroa Havaiana (soma dos resultados dos principais campeonatos realizados no Havaí), reagiu com um tubo avaliado em 7,17. Depois de administrar bem o tempo, o brasileiro entubou Backdoor (direita da onda) e garantiu a vitória na bateria, com mais um 8,83. O resultado eliminou o multicampeão Kelly Slater da disputa pelo título, agora era só esperar por Mick Fanning.
Quando Fanning entrou na água, Medina acompanhava pela televisão a bateria decisiva. Se o australiano perdesse para Jeremy Flores, o Brasil comemoraria seu primeiro título do World Championship Tour (WCT). Flores saiu na frente, mas uma virada a três minutos do final da nona bateria levou o local de Gold Coast à quarta rodada da competição. E adiou a festa brasileira.
Tempestade brasileira
Kelly Slater, então campeão do Pipe Masters, foi derrotado na última bateria do terceiro round pelo brasileiro Alejo Muniz. Nos segundos finais, o catarinense entubou uma onda definida pelo próprio Slater como "a melhor deste inverno", avaliada em 9,50. Enquanto isso, uma disputa nacional por uma das vagas diretas às quartas de final já estava definida: Toledo enfrentaria Josh Kerr e Medina na quarta rodada.
Os brasileiros disputaram onda a onda, até que Medina conseguiu passar à frente no fim com um belo tubo no Backdoor e pular uma etapa em direção ao título. Toledo e Kerr permaneceram para a repescagem, o que aconteceria em seguida com Mick Fanning.
Na pressão, Fanning perdeu para Adrian Bucchan em uma bateria fraca, com a melhor onda avaliada em 5,13.
Depois, no quinto round, Fanning enfrentou Alejo e foi batido pelo catarinense. Muniz aproveitou duas ondas rápidas para anotar 6,53, enquanto Fanning não passou de 2,44. Os números mágicos, que deram o título a Medina. O campeão do mundo entrou na água para comemorar fazendo o que mais gosta: surfando.
A história do campeão Depois, no quinto round, Fanning enfrentou Alejo e foi batido pelo catarinense. Muniz aproveitou duas ondas rápidas para anotar 6,53, enquanto Fanning não passou de 2,44. Os números mágicos, que deram o título a Medina. O campeão do mundo entrou na água para comemorar fazendo o que mais gosta: surfando.
A paixão pelo surfe surgiu na época em que precisava caminhar muitos quarteirões para chegar à praia de Maresias, litoral de São Paulo, que ainda mantém como base, apesar de já acumular milhões apenas em prêmios. Gabriel já disse que não liga muito para dinheiro: uma casa perto da praia e um carro para ir atrás das ondas que quiser bastam para satisfazer as vontades de menino.
Aos sete anos de idade, ganhou a primeira prancha de presente do padrasto Charles, que faz questão de chamar de pai. Dez anos depois, aos 17, se tornou o surfista mais jovem a entrar no World Championship Tour (WCT). Hoje, com 20, é o segundo mais jovem a ser campeão mundial, apenas atrás de Kelly Slater.
VEJA O 1º LISTÃO DA PROPINA
PALOCCI, RENAN, GLEISI, LOBÃO, DELCÍDIO, SERGIO CABRAL, ROMERO, TIÃO VIANA, LINDBERGH, ROSEANA..
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa entregou 28 políticos envolvidos no escândalo na estatal durante cerca de 80 depoimentos em âmbito de delação premiada na Operação Lava Jato, ocorridos entre agosto e setembro, segundo informações do jornal “O Estado de S. Paulo”. A lista de políticos envolvidos no esquema inclui um ministro e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, um governador e ex-governadores. Na relação constam nomes de parlamentares da base aliada do governo e da oposição. Na lista dos partidos estão PT, PMDB, PSB, PSDB e PP.
Veja abaixo a lista de Paulo Roberto Costa:
PT
Antonio Palocci – ex-ministro dos governos Lula e Dilma
Gleisi Hoffmann – senadora (PR) e ex-ministra da Casa Civil
Humberto Costa – senador (PE) e líder do PT na Casa
Lindbergh Farias – senador (RJ)
Tião Viana – governador reeleito do Acre
Delcídio Amaral – senador (MS)
Cândido Vaccarezza – deputado federal (SP)
Vander Loubet – deputado federal (MS)
Gleisi Hoffmann – senadora (PR) e ex-ministra da Casa Civil
Humberto Costa – senador (PE) e líder do PT na Casa
Lindbergh Farias – senador (RJ)
Tião Viana – governador reeleito do Acre
Delcídio Amaral – senador (MS)
Cândido Vaccarezza – deputado federal (SP)
Vander Loubet – deputado federal (MS)
PMDB
Renan Calheiros – presidente do Senado (AL)
Edison Lobão – ministro de Minas e Energia
Henrique Eduardo Alves – presidente da Câmara (RN)
Sérgio Cabral – ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney – ex-governadora do Maranhão
Valdir Raupp – senador (RO) e 1º vice-presidente do partido
Romero Jucá – senador (RR)
Alexandre José dos Santos – deputado federal (RJ)
Edison Lobão – ministro de Minas e Energia
Henrique Eduardo Alves – presidente da Câmara (RN)
Sérgio Cabral – ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney – ex-governadora do Maranhão
Valdir Raupp – senador (RO) e 1º vice-presidente do partido
Romero Jucá – senador (RR)
Alexandre José dos Santos – deputado federal (RJ)
PSB
Eduardo Campos – governador de Pernambuco de 2007 a 2014 (morto em 2014)
PSDB
Sérgio Guerra – presidente nacional do PSDB de 2007 a 2013 (morto em 2014)
PP
Ciro Nogueira – senador (PI)
João Pizzolatti – deputado federal (SC)
Nelson Meurer – deputado federal (PR)
Simão Sessim – deputado federal (RJ)
José Otávio Germano – deputado federal (RS)
Benedito de Lira – senador (AL)
Mário Negromonte – ex-ministro de Cidades
Luiz Fernando Faria – deputado federal (MG)
Pedro Corrêa – ex-deputado federal (PE)
Aline Lemos de Oliveira – deputada federal (SP)
João Pizzolatti – deputado federal (SC)
Nelson Meurer – deputado federal (PR)
Simão Sessim – deputado federal (RJ)
José Otávio Germano – deputado federal (RS)
Benedito de Lira – senador (AL)
Mário Negromonte – ex-ministro de Cidades
Luiz Fernando Faria – deputado federal (MG)
Pedro Corrêa – ex-deputado federal (PE)
Aline Lemos de Oliveira – deputada federal (SP)
Apenas os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Benedito de Lira (PP-AL) e os deputados José Otávio Germano (PP-RS) e Simão Sessim (PP-RJ) não quiseram se pronunciar. Os demais afirmam que não é verdade.
Iniciada em março deste ano, a Operação Lava Jato investiga o esquema de lavagem e desvios de dinheiro em contratos assinados entre empreiteiras e a Petrobras, que somam R$ 59 bilhões, considerando o período de 2003 a 2014.
Segundo as investigações, parte desses contratos se destinava a “esquentar” o dinheiro que irrigava o caixa de políticos e campanhas no país.
Na sétima fase da operação, a Polícia Federal prendeu 23 executivos, entre eles presidentes de empreiteiras e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, ligado ao PT.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Começam aparecer as medidas antipopulares da Dilma
A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com o uso de termelétricas
Publicação: 18/12/2014 17:23
A tarifa de energia elétrica deverá ficar mais cara para o consumidor no primeiro mês de 2015, anunciou hoje (18) o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com o uso de termelétricas e que entra em vigor a partir de janeiro próximo.
"Nessa previsão, a bandeira já chega vermelha porque os reservatórios das hidrelétricas ainda estão em processo de enchimento", disse. A bandeira vermelha significa que os custos com geração de energia estão mais altos e que, por isso, haverá um acréscimo de R$ 3 para cada 100 killowats-hora consumidos. No entanto, o sistema não deverá resultar em custo extra para os consumidores, porque atualmente os gastos que as distribuidoras têm com a compra de energia de termelétricas já são incluídos nas tarifas de energia, só que isso é feito anualmente.
Fonseca disse ainda que as distribuidoras devem apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os pedidos de revisão extraordinária de tarifas na primeira semana de janeiro de 2015, por causa dos gastos extras que elas tiveram com a compra de energia de termelétricas em 2014. "Em reunião, a Aneel se comprometeu a analisar os pedidos de revisão [das empresas] já na primeira semana do ano que vem, e calcular os valores individualmente", concluiu.
A cobrança pelo sistema de bandeiras tarifárias vai ser dividida por subsistemas, o que quer dizer que os consumidores de estados do Sul podem pagar um valor diferente daqueles que moram mais ao Norte do país. No entanto, a bandeira aplicada mensalmente será a mesma para todos os consumidores de um mesmo subsistema. Ou seja, ainda que uma pessoa de determinada região economize mais que as outras do mesmo subsistema, o valor cobrado será igual.
"Como vai ser avaliada a capacidade de produção daquele determinado subsistema, as bandeiras serão iguais para os moradores daquela região. Além disso, pode ser que no Sul do país a geração de energia hidrelétrica seja maior que no Norte, o que não resulta em uma mesma cobrança para todo o país naquele mês", esclareceu Fonseca. A medida, segundo ele, pode ser chamada de realismo tarifário, "porque permite ao consumidor um uso mais eficaz e consciente da energia, já que ele vai ter noção da situação dos reservatórios [de água]".
Do: Imparcial
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