Absolvidos 16 militares acusados de motim e constrangimento ilegal

O caso aconteceu em 2016, quando o grupo decidiu não assumir serviço


Os policiais denunciados e absolvidos foram o sargento Jairo Reis Vieira; os cabos Ney Fernandes Bandeira, Josélio de Araújo Monteiro, Izidio Gomes Filho, Marcos Paulo Cruz do Vale, Djander Costa de Araújo, Lúcio Rodrigues Souza, Marcelo Bruno Ribeiro Sousa, Josidarck Ribeiro Ferreira; e os soldados Uberdan Carvalho de Sousa, Ênio Ferreira Oliveira, Antônio Carlos de Oliveira Sousa, Renan Oliveira Fernandes, Salomão Sérgio Lima de Oliveira e Diego Silva Paixão.
Segundo a ação penal, no dia do suposto crime, os acusados decidiram não assumir o serviço, mesmo estando em posse dos armamentos e demais equipamentos utilizados no serviço de rádio patrulha. Eles informaram ao oficial de dia que não iriam dirigir as viaturas porque não recebiam gratificação de função de motorista. O fato foi colocado no relatório entregue ao então comandante do Batalhão, tenente coronel Miguel Neto. Durante tentativa de conversa entre o comandante e o cabo Ney Bandeira houve um desentendimento. Os demais policiais tomaram conhecimento do ocorrido e, ao chegarem ao quartel, impediram a saída do tenente coronel ate à chegada de um oficial do Comando Geral da PM. O coronel Carlos Augusto chegou à cidade de Bacabal na madrugada do dia seguinte para resolver a situação.
Na sentença, o juiz afirma que analisando não houve crimes de constrangimento ilegal e de motim, pois os policiais não se reuniram para desobedecer ordens, apenas questionaram uma situação irregular que foi contornada, mas seguida de um desentendimento entre o cabo e o comandante do batalhão.

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