segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Terminam buscas por criminosos que explodiram carro-forte no MA

Foram encerradas neste fim de semana as buscas por suspeitos de explosão de carro-forte, que aconteceu próximo à cidade de Peritoró, na última semana. A operação contava com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), com base em Presidente Dutra.
Durante os trabalhos, o CTA avistou assaltantes em fuga que, ao perceberem a presença da aeronave Águia, abandonaram o carro e dispararam contra a guarnição. Os suspeitos se embrenharam no matagal. A região é de difícil acesso, sendo que a mata fechada dificultava a localização do bando. Equipes das Polícias Civil e Militar, além do Comando de Operações e Sobrevivência em Área Rural (Cosar), agiram de forma conjunta.
Cinco pessoas já foram conduzidas e uma testemunha, sendo que um dos conduzidos estava com documentos do veículo falsificado, assim como o chassi adulterado. Após isso, alguns suspeitos de terem participado do assalto, juntamente com armas e munições, foram capturados pela polícia no Estado do Rio Grande do Norte, onde houve confronto durante a operação e um assaltante morreu.

domingo, 20 de outubro de 2019

Seis pessoas morreram em decorrência da dengue este ano, no Maranhão

Em todo o país, já foram registrados 646 mortes por dengue, sendo 76 por critério clínico epidemiológico.

No Brasil, já foram registrados 1.469.605 casos prováveis de dengue, sendo 1.235 do tipo grave, segundo novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, que se refere à Semana Epidemiológica de 1 a 38, ou seja, do dia 30 de dezembro de 2018 até 21 de setembro deste ano. No Maranhão, foram 5.268 registros. Deste total, seis pessoas morreram, conforme o Ministério. A quantidade de óbitos no país alcançou patamares preocupantes com 646 confirmados e outras 414 mortes ainda em investigação.
No dia 24 de agosto, o Maranhão havia registrado cinco óbitos provocados pela dengue. Porém, mais um foi registrado após a data, totalizando seis. Até o momento, foram confirmados 646 mortes por dengue no Brasil, sendo 76 por critério clínico epidemiológico.
A taxa de letalidade, segundo o Ministério da Saúde, está sendo maior entre os idosos, atingindo mais quem tem mais de 80 anos, faixa etária mais vulnerável do que as crianças de 1 a 4 anos. Em 2018, no mesmo período, ocorreram dois óbitos por dengue no Maranhão.
Nota da SES
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou, em nota, que desenvolve ações de mobilização, educação em saúde, assessoria técnica e apoio aos 217 municípios maranhenses, estes responsáveis pela execução de atividades de combate ao mosquito Aedes aegypti em cada cidade.
A Secretaria de Saúde oferta, ainda, capacitação técnica e apoio permanente aos profissionais de saúde dos municípios para a execução de atividades de campo e vigilância dos casos.
Sobre o número de óbitos, o Maranhão apontou as cinco mortes ocorridas até 24 de agosto, possivelmente ainda não tendo o dado sido atualizado. Na Grande Ilha, São Luis e Paço do Lumiar registraram um óbito em cada cidade.

MPF pede adoção de plano de emergência sobre manchas de óleo no Nordeste

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, nesta sexta-feira (18), uma ação coletiva entre os noves estados nordestinos atingidos pelas manchas de óleo. O processo pede que a Justiça Federal adote, em 24h, um plano de emergência sobre a situação.
Ao todo, as manchas já atingiram 187 localidades da região, atingiu, ao menos, 12 unidades de conservação do país, afeta o turismo e as comunidades pesqueiras.
Para o MPF, a União está sendo omissa ao protelar medidas protetivas e não atuar de forma articulada no Nordeste, dada a gravidade do acidente e dos danos causados ao meio ambiente.
A medida de emergência seria o acionamento do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas, que prepara o país para casos justamente como o que afeta a costa do Nordeste.
O documento destaca a responsabilidade, diretrizes e procedimentos para o governo responder a vazamentos de petróleo como foco em “minimizar danos ambientais e evitar prejuízos para a saúde pública”. A multa diária pedida, em caso de descumprimento, é de R$ 1 milhão.
A Advocacia-Geral da União (AGU) não se posicionou sobre o assunto até a publicação desta reportagem.
“Tudo o que se apurou é que a União não está adotando as medidas adequadas em relação a esse desastre ambiental que já chegou a 2,1 mil quilômetros dos nove estados das regiões e é considerado o maior da história no litoral brasileiro em termos de extensão”, disse o procurador da República em Sergipe, Ramiro Rockenbach.
A ação foi assinada pelos procuradores Ramiro Rockenbach e Lívia Tinôco (Sergipe), Raquel de Melo Teixeira (Alagoas), Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente (Bahia), Nilce Cunha Rodrigues (Ceará), Hilton Araújo de Melo (Maranhão), Antônio Edílio Magalhães Teixeira (Paraíba), Edson Virgínio Cavalcante Júnior (Pernambuco), Saulo Linhares da Rocha (Piauí) e Victor Mariz (Rio Grande do Norte).
Primeira ação do MPF
Essa é a segunda ação pelo MPF no caso das manchas. Na primeira, ajuizada pela procuradoria em Sergipe na sexta-feira (11), o pedido era que que o Governo Federal tomasse medidas efetivas de proteção no litoral sergipano, em até 24 horas. No dia seguinte, um juiz federal substituto decidiu dar 48h para a União proteger a região, porém, a juíza titular, Telma Maria Santos Machado suspendeu a ação quatro dias depois e determinou novo prazo para comprovação de eficácia de barreiras contra óleo. Relatórios foram entregues à Justiça nesta quinta-feira (17) por órgãos ambientais.
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vista de cima mostra a dimensão da mancha  
Ecoterrorismo é uma nova linha de investigação das autoridades brasileiras sobre a causa do despejo de milhares de barris de petróleo na costa do Nordeste. Essa possibilidade, antes remota, voltou a ganhar força.
A tese de ecoterrorismo cresceu nas investigações diante dos protestos de ONGs internacionais consideradas exagerados, contra iminente “mega-leilão” do pré-sal, que deve render R$110 bilhões ao Brasil.
Os protestos denunciavam suposto risco de danos ambientais ao arquipélago de Abrolhos, santuário ecológico no oceano, próximo ao sul da Bahia. O “mega-leilão” do pré-sal está previsto para o dia 10.
ONGs ambientalistas caladas
O governo brasileiro tem estranhado o silêncio e até a omissão de ONGs ambientalistas brasileiras e internacionais, após o desastre ecológico provocado pela invasão de petróleo nas praias do Nordeste.
Essas entidades protestaram em todo o mundo contra as queimadas da Amazônia, muito embora soubessem que são normais em meados do ano. Porém, no caso do derramamento de petróleo, as ONGs silenciaram completamente, no Brasil e no exterior.
Se antes o silêncio das ONGs era atribuído apenas à conexão da maioria delas com partidos políticos ideologicamente ligados à esquerda, que apoia a ditadura venezuelana, agora as suspeitas são mais graves.
Navio do Greenpeace saiu da Guiana Francesa em 30 de agosto.
Greenpeace na Guiana Francesa
As investigações em curso mapeiam inclusive todos os navios que navegaram na região onde se deu o despejo de petróleo venezuelano que atingiu a costa brasileira.
Radares e informações de inteligência mostraram, por exemplo, que em 30 de agosto o navio “Esperanza”, da ONG Greenpeace, deixou a Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá.
“Esperanza” saiu da Guiana Francesa e percorre toda a extensão do litoral brasileiro, mas em águas internacionais, oficialmente com destino ao Uruguai. Neste momento, o navio do Greepeace estaria próximo ao litoral do Espírito Santo.
Apesar do monitoramento pelas autoridades, não significa que a ONG Greepeace, conhecida pelas ações polêmicas e algumas espetaculares, seja considerada suspeita de atos ilícitos.
Petróleo venezuelano, silêncio brasileiro
O petróleo encontrado no litoral nordestino é venezuelano, conforma exames de diversos laboratórios, como da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Além das ONGs ambientalistas, também os governadores do Nordeste mantêm estranho silêncio sobre o assunto. Todos são eleitoralmente dependentes do PT e do ex-presidente Lula.
Os poucos governadores que se pronunciaram sobre o assunto, como o baiano Rui Costa (BA), apenas reclamaram da “demora do governo federal” de reagir ao desastre. Não mencionam a própria omissão.
Navios clandestinos ao mar
Outra possibilidade investigada é de naufrágio de petroleiro “fantasma”, clandestino, sem bandeira, provocando o despejo do petróleo que as correntes marinhas conduziram ao litoral do Nordeste.
A ditadura da Venezuela tem utilizado petroleiros clandestinos, com a identificação encoberta, para driblar o bloqueio imposto pelos Estados Unidos. Em geral são navios iranianos e russos, que navegam com seus radares e transponders desligados.
Veja a indignação de uma moradora do litoral de Alagoas contra a omissão dos governadores do Nordeste:

Deputado constituinte Remi Trinta foi homenageado na Assembléia Legislativa


Coronel Trinta Júnior participou, ao lado do seu tio e deputado constituinte, das comemorações dos 30 anos da promulgação da Constituição Estadual do Maranhão. O Evento emocionante e muito concorrido aconteceu no plenário da ALEMA, onde participaram todos os deputados constituintes que ainda estão vivos, a exemplo de Gastão Vieira, que foi o palestrante, além do Deputado Remi Trinta e outros. Durante as falas de Gastão e Carlos Guterres foram lembrados também os deputados já falecidos.
O Tenente Coronel Amaral, presidente da Associação dos Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, também esteve presente, assim como o comandante Geral da PMMA, coronel Ismael.

Governadores do Nordeste pouco falam ou fazem sobre o desastre nas praias

É vergonhoso do silêncio dos governadores nordestinos em relação ao desastre ambiental que emporcalha de petróleo quase duas centenas de praias na região. Eles mal conseguem balbuciar lamentações pela sujeira. Quase todos lula-dependentes sob o ponto de vista eleitoral, parecem com medo de eventual prova de que o ditador venezuelano Nicolás Maduro, aliado de Lula, tenha alguma coisa a ver com isso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os governadores parecem aguardar um pretexto para culpar o governo federal. O silêncio é sinal de negligência com os próprios cidadãos.
Críticos apressados das “queimadas”, o francês Emmanuel Macron e o Papa Francisco fazem ouvidos moucos sobre o petróleo derramado.
Após temporada no exterior, o governador baiano Rui Costa (PT) põe a culpa em outro lugar: “É inadmissível o silêncio do governo federal”.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Banco do Nordeste ultrapassa R$ 5 milhões financiados para geração de energia em residências no Maranhão

Com financiamento de até 100% dos componentes e instalação dos sistemas de micro e minigeração de energia elétrica, fotovoltaica ou eólica, o Banco do Nordeste tem estimulado a geração própria de energia elétrica em unidades residenciais. No Maranhão, R$ 5,1 milhões já foram financiados em 2019, para viabilizar a geração de energia limpa e as vantagens de economia que ela oferece.
Uma das beneficiadas no Estado é a cliente Ioleth Neves. Ela já implantou um sistema de geração de energia solar em sua residência, no bairro Cohab Anil, em São Luís, capaz de gerar 391 quilowatts-hora por mês, mais que a totalidade do consumo médio da casa. Assim, seu consumo com a concessionária de energia foi reduzida a zero.
Ioleth afirma que os resultados obtidos após a instalação do sistema são muito positivos, especialmente considerando a relação custo e benefício. “Após dois anos em busca de orçamentos viáveis para a instalação do sistema de energia solar, somente no Banco do Nordeste obtive condições que permitiram a reversão do valor que eu pagava na conta para a parcela do financiamento. Tivemos redução de 80% na conta de energia, mantendo-se apenas as taxas de serviços”, revelou.
O superintendente estadual do BNB no Maranhão, Hailton Fortes, destaca que a opção pelo financiamento de energia limpa a baixo custo oferecida pela instituição representa oportunidade vantajosa. “A economia gerada na conta de energia é, na maioria dos casos, diretamente proporcional aos custos de instalação da estrutura de geração de energia a partir do financiamento pelo Banco do Nordeste. Uma combinação de sustentabilidade ambiental e economia que resulta em muitas vantagens aos interessados”, explicou.
Em toda a área de atuação do Banco do Nordeste – estados do Nordeste e norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, a instituição financeira já investiu R$ 47,6 milhões na implantação de sistemas voltados para o uso residencial de energia solar apenas em 2019.
Condições
A grande vantagem da linha FNE Sol Pessoa Física é que os clientes não têm aumento nos gastos fixos que já possuem, já que podem compensar as parcelas dos financiamentos com a economia na conta de energia elétrica. O crédito pode ser pago em até oito anos, com carência de até seis meses. Após a quitação, sobram os benefícios do equipamento, que tem vida útil média de 20 anos.
O Banco do Nordeste financia até 100% do investimento, com limite de R$ 100 mil e taxas de juros a partir de 0,35% ao mês. Para valores abaixo de R$ 50 mil, há ainda outra facilidade: a garantia pode ser aval ou alienação dos próprios equipamentos.
As taxas acessíveis e condições diferenciadas do programa são possíveis graças à origem do recursos financiado, advindo do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, operacionalizado exclusivamente pelo Banco do Nordeste. Interessados podem ter acesso ao programa FNE Sol no Maranhão procurando uma das 29 agências do BNB, instaladas em todas as regiões do Estado.

Governador Brandão entrega e vistoria obras em Pinheiro e Bequimão neste final de semana

  O governador Carlos Brandão cumpre importantes agendas neste sábado (4) e domingo (5), a partir das 8h, nas cidades de Pinheiro e Bequimão...