segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Líder de facção é preso em Paço do Lumiar, no Maranhão

Luís Roberto Martins Gomes, conhecido como "Robertinho", que, segundo a polícia, é chefe de tráfico de drogas e uma das principais lideranças de uma facção criminosa com atuação na ilha de São Luís.

No município de Paço do Lumiar, a polícia prendeu, nesse sábado (23), Luís Roberto Martins Gomes, conhecido como “Robertinho”, que, segundo a polícia, é chefe de tráfico de drogas e uma das principais lideranças de uma facção criminosa com atuação na ilha de São Luís.
A prisão dele aconteceu no bairro Pau Deitado durante abordagens de rotina da polícia. Luis Roberto estava em uma motocicleta acompanhando de outro homem. Ele foi reconhecido pela polícia e preso.
Luis Roberto estava foragido desde outubro de 2018, quando foi beneficiado pelo indulto do dia das crianças e não retornou para a Penitenciária Regional de São Luís.
A polícia informou ainda que Luís Roberto tentou resistir, mas acabou preso e conduzido para a Delegacia de Plantão do Maiobão e deve retornar à penitenciária.

Deputados vão denunciar Maduro na Corte Interamericana

eputados da Assembleia Nacional da Venezuela preparam denúncia à Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o presidente do país, Nicolás Maduro, por violações aos direitos humanos. O texto também deverá ser encaminhado ao Tribunal Penal Internacional nos próximos dias.
Segundo comunicado da Assembleia Nacional nas redes sociais, o documento detalhará “os atos de violência” registros na ponte Simón Bolívar, na fronteira da Venezuela com a Colômbia. A denúncia também cita os confrontos ocorridos na fronteira do país com o Brasil.
“Os crimes contra a humanidade não prescrevem e é importante lembrar que também houve ataques neste sábado contra um hospital que atendia feridos”, afirmou o deputado Miguel Pizarro, coordenador da comissão responsável pela denúncia.
Pizzaro afirmou ter conseguido entrar na Venezuela com 50 toneladas de ajuda humanitária que será entregue nos próximos dias. Ele estava acompanhado do vice-presidente da Assembleia Nacional, Stalin González.

“Uruguai e México não pode ser neutros com o que estamos vivendo aqui, com pessoas e grupos paramilitares armados atirando contra um povo que quer tomar remédios e receber comida”, afirmou González. “Não se pode ser neutro perante os crimes que ocorrem na Venezuela”.
Javier riu quando gritaram que os soldados venezuelanos estavam disparando bombas de gás lacrimogêneo.
Sentado em sua cadeira de rodas, com uma bandeirola da Venezuela presa aos fios crespos que formam um rabo de cavalo, fez troça dos manifestantes que corriam sob o som dos disparos. “Isso não faz nada com a gente, é pouco, já estamos acostumados com o gás”, dizia, equipado com uma dessas máscaras de pintura vendidas em qualquer loja de construção.
Foi na quarta ou quinta bomba a explodir que Javier achou por bem sair de trás de uma das pilastras que sustentam a ponte Fernando de Paula Santander, que separa a cidade colombiana de Cúcuta e a cidade venezuelana de Ureña. Com o ar tomado pelo pó químico a lhe queimar a pele e os olhos, Javier percebeu que não conseguiria sair dali com sua cadeira de rodas a tempo de não sufocar. Abandonou as bravatas e decidiu pedir socorro: “Ajuda, ajuda, não consigo me mover”. Foi carregado por um jornalista que acompanhava a cena. A cadeira ficou para trás.
Poucos minutos depois, cadeira de rodas recuperada, chegou a uma conclusão comum a maioria dos manifestantes que tentam há dois dias romper o cerco dos militares venezuelanos nas pontes que ligam Cúcuta à Venezuela. “Sem armas não vamos conseguir. Nem máscaras nós temos, precisamos de equipamento para conseguir abrir passagem para a ajuda humanitária”, dizia, entre uma cusparada e outra, com a boca ainda cheia de saliva causada pelo gás lacrimogêneo.
Os colegas, concordaram e fizeram eco à demanda do cadeirante que diz ter tomado um tiro em Caracas há dois anos. “Precisamos ter algo para lutar, só com pedras não conseguiremos”, dizia Alejandro, um jovem rapaz de 17 anos que se dizia disposto a dar a vida para derrubar Maduro.
Javier e Alejandro fazem parte de um grupo de algumas centenas de venezuelanos que cruzaram a fronteira na sexta-feira para assistir ao concerto organizado por Richard Branson. Eles acreditavam que conseguiriam retornar à Venezuela com os caminhões carregados com comida, remédios e itens de primeira necessidade que os Estados Unidos enviaram para cá como estratégia para pressionar o ditador Nicolás Maduro. Esperavam genuinamente ser recebidos de braços abertos pelos soldados.
“Imaginamos que Guaidó (Juan Guaidó, que se declarou presidente interino da Venezuela) havia feito um acordo com os generais, que seria o fim de Maduro”, me dizia Carlos Rodríguez, um comerciante de San Cristóbal, uma cidade a poucos quilômetros da fronteira.
Ele, como muitos dos que estão aqui, acreditam que Maduro foi mais inteligente e trocou os soldados por integrantes dos temidos Colectivos, os grupos paramilitares organizados pelo ex-presidente Hugo Chávez, há mais de uma década. “Não temos medo dos soldados, eles sofrem como nós. Temos medo dos Colectivos, eles são homens maus, são eles que não deixam os caminhões passar”, diz o jovem Alejandro.
As teorias criadas nas rodas de venezuelanos que estão impedidos de retornar para suas casas e agora dormem pelas praças e ruas próximas às pontes que unem os dois países reforçam a ideia de que a solução para essa crise é por meio da violência.
Os grupos que enfrentam os soldados e os Colectivos dizem ser essa a única maneira de conseguir tirar Maduro do poder. “Eles reconhecem Guaidó como presidente mas não fazem nada. Aqui precisa acontecer o que aconteceu no Panamá, precisamos de uma intervenção”, dizia um jovem que não quis dar seu nome, sobre a Ponte de Urenãs. “Se não eles não têm coragem de enfrentar Maduro que nos deem as armas então, porque não temos medo dele”.
No lado venezuelano, no entanto, o medo parece ter sido a tônica do domingo. Após a dura repressão do regime contra aqueles que tentaram abrir passagem para o comboio com as cargas enviadas pelos Estados Unidos, pouca gente saiu de casa. Homens armados e com máscaras rodavam pelas cidades fronteiriças em motocicletas. Uma espécie de toque de recolher informal foi observado em toda a região.
Michele Garcia, uma jovem de 22 anos que agora não sabe como voltar para casa, observava seus compatriotas se preparando para um novo embate contra os soldados da Guarda Nacional e repetia para si mesma: “Temos que ter fé, temos que ter fé, um dia conseguiremos tirar Maduro”.

BARBÁRIE Jovem é estuprada e assassinada na cidade de Morros

A jovem Maria Francisca, de 16 anos, foi estuprada e assassinada no bairro Vila União, na cidade de Morros, na região do Munim, a 98 km de São Luís.

O corpo foi encontrado dentro de uma construção abandonada, cercada por um matagal, na manhã deste domingo (24), com sinais de violência sexual.
A polícia suspeita que a jovem tenha sido estuprada antes de ser morta no local. Ela apresentava ferimentos na cabeça, com indícios de espancamento a pauladas.

De acordo com os levantamentos preliminares da PM, Maria Francisca teria deixado sua residência na tarde de sábado (23), após receber um telefone.

Um suspeito foi conduzido para delegacia da cidade de Rosário, a 30 km de Morros, para averiguação e depoimento.

Blogueiro Robert Lobato morre afogado em Brasília



O blogueiro Robert Lobato morreu neste domingo (24) em Brasília.

Segundo as primeiras informações, ele morreu afogado em um sítio onde estava na companhia de amigos.

De acordo com o G1 DF, o caso ocorreu em um riacho no Núcleo Rural Chifrudo, em Santa Maria, no Distrito Federal.

Segundo o Corpo de Bombeiros, Lobato tentou atravessar a nado o riacho, mas acabou se afogando.
Os colegas que estavam com ele acionaram o socorro e os militares ainda tentaram a reanimação, mas ele não resistiu. O óbito foi constatado no local pelo médico do resgate aéreo do Corpo de Bombeiros.

Na manhã de hoje, como de costume, Robert deixou uma mensagem de bom dia a seus seguidores no Twitter.

Depois disso, a última interação dele na rede social ocorreu por volta das 11h.

Robert Lobato era assessor do senador Roberto Rocha (PSDB). Ele deixa esposa e filhos.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

CINISMO PURO DESSE CAMARADADA


NADA MAIS QUE UM CANALHA ESSE AI....

FEMINICÍDIO: Adolescente é estuprada e morta no interior do Maranhão

A jovem mais conhecida por Domingas (foto abaixo) saiu ontem de casa e foi encontrada morta e estuprada no bairro Vila Seca, na cidade de Morros. O fato deixou chocado os moradores do lugar.
Com apenas 16 anos, Domingas teve o corpo encontrado hoje, domingo (24) pela manhã por moradores em um terreno baldio, como informou o Blog do Neto Cruz. A adolescente apresentava sinais de violência sexual. A polícia já iniciou as primeiras investigações para localizar os criminosos.

Governador Brandão entrega e vistoria obras em Pinheiro e Bequimão neste final de semana

  O governador Carlos Brandão cumpre importantes agendas neste sábado (4) e domingo (5), a partir das 8h, nas cidades de Pinheiro e Bequimão...