quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Luciano pede agilidade na inauguração do Hospital de Pinheiro



Deputado Luciano Genésio se reúne com o secretário de Saúde e pede agilização para inauguração do hospital Regional

O Deputado estadual Luciano Genésio esteve hoje a tarde reunido com o Secretário de Estado de Saúde, Marcos Pacheco. Durante o encontro o deputado solicitou agilização na conclusão do hospital Regional de Pinheiro, que teve suas obras iniciadas na administração passada. O secretário garantiu que vai tomar as providencias necessárias para que as obras sejam concluídas o mais rápido possível e que o referido hospital possa ser entregue pelo Governador Flávio Dino a população de Pinheiro e da Baixada dentro da programação de entrega de obras executadas nos primeiros 100 dias de governo.
Marcos Pacheco determinou que a sua assessoria providenciasse o pagamento das medições da obra que deixaram de ser pagas no governo passado. Os engenheiros Fábio, que fiscaliza a obra e Fred, que responde pela empresa, foram chamados à reunião pelo secretário, que pediu as providencias necessárias para que as obras sejam concluídas em tempo hábil.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Carlos Brandão foi reconduzido à presidência do diretório do PSDB do Maranhão

O vice-governador Carlos Brandão foi reconduzido à presidência do diretório do PSDB do Maranhão afirmando que o Brasil assiste à renovação tucana. A vigência do diretório estadual tucano teve início no dia 31 de dezembro e permanecerá até a mesma data, em 2017.
A executiva nacional optou pelo nome de Brandão para continuar dirigindo o partido porque nele foi depositada a missão de compor novos quadros. Isso se explica pelo ambiente favorável ao partido no Maranhão. Em posição de destaque no governo do Estado, o tucano é considerado peça-chave para atrair lideranças políticas para a sigla, com potencial de disputa para as próximas eleições.
Aliado do presidente nacional do partido, o senador Aécio Neves, Brandão declarou que possui a forte intenção de promover, nessa nova fase, o que o PSDB do Maranhão há tempos não incorpora: nomes inéditos para a legenda, com capacidade e estatura para disputar cargos e ocupar espaços no governo.
O vice-governador do Maranhão mostrou-se determinado em corresponder à confiança em seu trabalho de articulação política. Assim como a executiva nacional, Brandão também acredita que este é o momento adequado para permanecer apostando no crescimento do partido que, no início de sua presidência, possuía 80 diretórios municipais. Hoje, são 214.
“Partimos da premissa de lançar candidatos e de os elegermos. Mas, não somente. O desafio principal da manutenção de um partido é a sua oxigenação. E é o que temos feito”. Garantiu o presidente do PSDB-MA.
Para o PSDB maranhense, estas reconstruções são tratadas como prioridade porque cristalizam o partido e fortalecem suas bases, por meio de políticas públicas viabilizadas pelo atual governo do qual Brandão faz parte.
Com o horizonte já emoldurado para 2016, os planos tucanos para o Maranhão incluem abertura para o diálogo e novas filiações; além da efetivação de um calendário político voltado para as atividades públicas e de caráter interno.

Além do presidente Carlos Brandão, compõem a atual formação do diretório estadual do PSDB do Maranhão: o vice-presidente, Pinto Itamaraty; o secretário-geral, Neto Evangelista; o tesoureiro, Júnior Viana; os membros Elson dos Santos, Gardênia Castelo e Sebastião

O Rombo do pior governo

A máscara caiu

Por; José Reinaldo Tavares
Agora ficamos sabendo o porquê da lambança que foi a transição entre o governo passado e o que assumiu. Queriam esconder o desastre das contas governamentais. Roseana saiu antes, mas não pôde fugir da sua grande responsabilidade na situação de caos sob a qual deixou o governo.
Caos, aliás, que não se limita às contas públicas devastadas pela incúria e pelos malfeitos, mas por toda a situação de pobreza, insegurança, violência, falência do ensino, da saúde e corrupção generalizada, propagados ao longo do último quinquênio, refletidos nos piores indicadores sociais do país. O caos na ação governamental e que se tornou geral e as contas públicas não poderiam ser exceção.
Os primeiros levantamentos, ainda parciais, já dão o tom, mas sem dúvidas o conhecimento completo das contas públicas vai mostrar que o quadro é ainda pior do que o divulgado. Um quadro arrasador que poderá enquadrar os responsáveis nas leis de responsabilidade fiscal e de improbidade.
Nenhum governante, ao terminar o seu mandato, pode deixar despesas sem a provisão financeira para custeá-las. É crime de responsabilidade fiscal. Está na lei. A questão é que eles se julgam acima da lei e creem em uma impunidade da qual até aqui sempre sempre se beneficiaram. Só que os tempos são outros!
Vejamos o que foi divulgado: rasparam as finanças e deixaram apenas R$ 24 milhões no cofre do estado. Quando saí do governo no final de 2006, deixei nos bancos R$ 475 milhões  e nenhuma dívida, mesmo com todo o bloqueio imposto ao meu governo pelo poderoso senador José Sarney, ex-presidente da República e presidente do Senado à época.
Roseana, irresponsavelmente, endividou ainda mais o Maranhão e – calculadamente – deixou a primeira prestação de um desnecessário empréstimo ao Bank of América para janeiro de 2015, quando não mais estaria no governo. Uma parcela de R$ 110 milhões. Além disso, para completar a bomba financeira, reteve o dinheiro que é descontado dos servidores para pagar empréstimos consignados. Apropriação indébita típica, malfeito mesmo, que ninguém sabe para onde foi. A soma desse desvio atinge R$ 79 milhões. O mesmo aconteceu com recursos descontados dos servidores para pagar suas aposentadorias ao FEPA/FUNBEN, de onde foi desviado R$ 58 milhões. Alegam que o governo teria até o dia 10 de janeiro para depositar, mas, ao não deixar nenhuma provisão com essa finalidade, cometem improbidade administrativa segundao a lei.
E não fica só nisso. Foram deixados R$ 423 milhões na rubrica ‘Restos a Pagar’ sem a necessária cobertura orçamentária e financeira, como manda a lei. Roseana assinou uma grande quantidade de convênios com os municípios, mas não deixou dinheiro para pagá-los, pois só empenhou 5 por cento do valor dos mesmos. Tudo ao arrepio da lei.
Quanto aos precatórios, estes sempre foram pagos anualmente, tanto no meu governo como no de Jackson Lago. Quando ela assumiu o governo, não pagou mais. Só em 2012 deixou de pagar R$ 151 milhões, já em 2013 ficou devendo outros R$ 131 milhões e em 2014 também não pagou R$ 263 milhões. Trata-se de despesas obrigatórias e que ela impunemente ignorou. Até quando?
Sobre o alardeado empréstimo com o BNDES, ela deixou créditos futuros. Só que, de fato, deixou uma dívida de R$ 7 bilhões com o banco e uma parcela de R$ 164 milhões vencendo agora em janeiro, também como primeiro pagamento.
Enquanto isso, ouvimos durante meses a máquina de propaganda deles repetindo incessantemente que Roseana deixava o estado saneado para o novo governador. Saneado, de verdade, ela recebeu o estado quando conseguiu cassar Jackson Lago. Para falar a verdade, eu nem me surpreendo com essas notícias, só me choco com a capacidade que eles têm de conseguirem perpetrarem as mesmas práticas durante tanto tempo. Para terem uma ideia do que falo, quando sucedi Roseana no governo, o Maranhão estava quebrado e só tinha em caixa o saldo da privatização da Cemar, determinada por ela.
Pois bem, essa é a realidade que uma administração irresponsável e perdulária feita com interesses específicos de algumas famílias deixa como herança. Uma verdadeira herança maldita. Vai ser grande o esforço e a contenção de gastos públicos que o Maranhão terá que fazer para sanear as finanças e fazer a mudança que o povo espera.
Esse é o último prejuízo, dentre tantos outros, que Roseana Sarney causará ao povo do Maranhão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

"NUNCA TEMI SARNEY" AFIRMA ZÉ REINALDO

josereinaldo
WALDEMAR TER (JP)
Apontado como o grande articulador das duas derrotas eleitorais impostas ao grupo Sarney no âmbito do Governo do Estado (com Jackson e agora com o governador Flávio Dino), o ex-governador José Reinaldo Tavares assegura que nunca temeu o ex-presidente José Sarney no auge do seu poder, muito menos agora, que, segundo ele, não consegue nomear ninguém no Governo Federal. “Não fez ministro, não fez nada, e no PMDB quem não tem mandato é devorado”, revela.
O ex-governador disse que sempre foi perseguido: “Desde que rompi com o grupo Sarney, em 2004, nunca mais tive paz na minha vida. É um ódio, uma perseguição sem parar. Eu soube que o Sarney andava pelos tribunais atrás de processos contra mim; queria porque queria me prejudicar, mas eu sempre me defendi e nunca fiz nada errado”, conta.
Zé Reinaldo, que em fevereiro assume o mandato de deputado federal e depois volta ao Maranhão para tomar posse como secretário de Minas e Energia, defende o Governo Flávio Dino dos ataques irados da mídia sarneisista e a candidatura do deputado eleito Humberto Coutinho a presidente da Assembleia Legislativa, por ser experiente e equilibrado. “Ele é o candidato do governador e o meu também”, assegurou.
Sobram duras críticas para o Estado endividado deixado pela ex-governadora Roseana Sarney. “A Roseana, que era a estrela da companhia, fez um governo desastroso, omisso. Não sei o que ela estava fazendo esse tempo todo, e agora está morando lá fora, se esbaldando. Mas os problemas que deixou por aqui, ela vai ter responder um dia”, disse.
A seguir a entrevista, na qual o futuro secretário detalha os projetos que pretende colocar em prática e outros temas.
Jornal Pequeno – Qual é a radiografia da secretaria?
Zé Reinaldo – Na realidade, a secretaria é muito pequena, o Estado não dava espaço para energias renováveis, como o gás natural, a eólica, a solar, a biomassa. E também não dava a mínima para os recursos minerais do Estado. O governador Flávio Dino quer que a gente explore os recursos naturais. O gás, por exemplo, se for bem explorado, pode gerar desenvolvimento industrial.
JP – As reservas são gigantescas?
ZR – As reservas não são a metade da Bolívia como vendiam, mas dão para ajudar a desenvolver o Maranhão. O problema é que a reserva foi entregue a empresas do Eike Batista, uma trabalhando para a outra, torrando o gás todo em termoelétricas, que não deixam absolutamente.
JP – Por ser uma tecnologia ultrapassada e poluidora?
ZR – Além disso, não deixam nada em termos de geração de emprego, nada. Estamos estudando muito isso, com as sucessoras do Eike Batista, a Parnaíba Gás Natural e a Eneva, que são constituídas por fundos financeiros. Essas empresas têm obrigações a cumprir, dentro desses acordos que foram feitas, até meados do ano que vem. Só depois disso que vamos poder ter a disponibilidade de gás. Vamos fazer um gasoduto, ligando a região produtora, de Santo Antônio dos Lopes até o Porto do Itaqui, seguindo a linha ferroviária para apoiar as empresas que se localizarem nesse trecho todo. A vantagem do gás do Maranhão é por conta de sair pela metade do preço que é vendido pela Petrobrás para o Nordeste.
JP – Qual é a meta?
ZR – A intenção é atrair grandes empresas e transformarem o Estado, colocando o Maranhão no nível tecnológico que hoje não tem. Implantado no Estado é capaz de fazer o desenvolvimento autossustentável nessa área industrial e tecnológica.
JP – Que outro projeto pode ser destacado?
ZR – Existe a previsão de instalação de um projeto na área de energia eólica nos Pequenos Lençóis, entre Barreirinhas e Tutóia. É um projeto que está bem desenvolvido, mas parou porque não tem dinheiro. Como o Eike Batista quebrou, o BNDES parou de financiar. Mas o projeto é tão bom que não haverá dificuldade para arranjar novos recursos. Assim vamos atrair mais investimentos para produção de energia eólica, por ser cada vez mais competitiva em termos financeiros e porque é uma energia limpa. Temos um litoral grande, mas o Maranhão não possui o mapa geral de seus recursos eólicos, vamos ter que fazer isso.
JP – E em relação à energia solar?
ZR – É a mesma coisa. O Maranhão tem condições excepcionais de produção e vamos lançar um programa, que deve se chamar de Maranhão Solar, para atrair empresas, fábricas e empresas produtoras de energia solar. Temos regiões na área do semiárido que são muito apropriadas para a geração de energia solar. Vamos criar grandes plantas de produção desse tipo de energia. Temos também a biomassa, principalmente para os pequenos produtores, o aproveitamento do babaçu, para produzir energia renovável.
JP – Mudando um pouco para a política, pode-se dizer que agora foi sacramentado o fim do grupo Sarney com a vitória do governador Flávio Dino?
ZR – O Sarney vai ser um homem de prestígio até morrer, sem dúvida nenhuma; agora, poder é uma coisa diferente. Agora o poder que ele teve para atrapalhar o meu governo e para bloquear no Governo Federal, tudo que era investimento para o Maranhão, e para impedir a vinda para cá da siderúrgica Baosteel, além de ter acabado com o governo Jackson, esse poder ele não terá mais.
JP – Até cassou o mandato do governador…
ZR – Esse poder ele não terá mais. Aquilo foi uma aberração institucional, inexplicável que acontecesse num país democrático. Esse poder ele nunca mais terá, até porque ele não tem mais as boas graças da presidente Dilma.
JP – Está tão fraco que não fez nenhum ministro.
ZR – Não fez ministro, não fez nada e no PMDB, quem não tem mandato é devorado. Com o Lula, ele vai sempre ter, mas com a presidente Dilma, não acredito que venha a ter esse prestígio. Mas ele teve um poder muito grande que poderia ter transformado até o Maranhão. O lamento é esse.
JP – Foi até presidente da República.
ZR – Quando foi presidente da República, teve tudo para mudar o Maranhão, mas não o fez. O Antônio Carlos Magalhães não foi nem a metade do que ele foi e transformou a Bahia. Aqui, o Sarney fez foi aprofundar o Maranhão na miséria e na pobreza. O domínio do grupo Sarney no Maranhão foi baseado no triple pobreza, fome e alta corrupção. De forma que isso foi que aprisionou a população do Maranhão e a deixou carente. Quando eu assumi o governo, por exemplo, não tinha ensino médio em 158 municípios. Era uma coisa premeditada. Então, eu não vejo mais o Sarney com a força e a capacidade de atrapalhar o governo Flávio Dino.
JP – Além disso, o governador é jovem, dinâmico e preparado.
ZR – O governador Flávio é um homem de muito prestígio, bem relacionado, muito respeitado. De forma que atacar um homem desses, honesto, probo e cuidadoso com a coisa pública, é extremamente difícil. O Sarney não tem mais condições de se impor aqui como grupo.
JP – E a ex-governadora Roseana?
ZR – A Roseana, que era a estrela da companhia, fez um governo desastroso, omisso; não sei o que ela estava fazendo esse tempo todo e agora está morando lá fora, se esbaldando. Mas pelos problemas que deixou aqui ela vai ter responder um dia. O grupo Sarney foi se fechando em torno da família, então o pessoal que foi chegando por último, como se fizesse parte do grupo Sarney, era quem não tinha para onde ir, mas não tinha amor algum pelo grupo. Nem o respeitava mais. Vejo nesse aspecto político que o Maranhão é outro mesmo. Existem tantos jovens de muito talento, que querem ascender à política, que podem ter um futuro brilhante na política.
JP – O senhor, que sofreu uma campanha sistemática quando foi governador, pressente que isso pode ocorrer em relação ao governador? A promessa também é de que virá chumbo-grosso, pelo que se viu nos primeiros dias de governo.
ZR – Desde que rompi com o grupo Sarney, em 2004, eu nunca mais tive paz na minha vida. É um ódio, uma perseguição sem parar. Eu soube que o Sarney andava pelos tribunais, atrás de processos contra mim; queria porque queria, mas eu sempre me defendi e nunca fiz nada errado. Vou atravessando, com muita dificuldade, mas vou atravessando. E a Justiça sempre prevalece. Não tenho medo de enfrentar o Sarney. O enfrentei quando era o super poderoso. Vejo para ele um final difícil, porque era um homem extremamente poderoso, que se via cercado e vai ter que se preparar psiquicamente para esses tempos que virão para todos, principalmente para ele que era super poderoso.
JP – O Governo Flávio Dino também já enfrenta uma campanha cerrada.
ZR – É uma marcação cerrada feita pela mídia sarneisista, inconsequente, sem escrúpulos, mas eles se queimam por si só, porque a população sabe que propagam mentiras. Mas o governador é um homem preparado, que possui experiência nas áreas jurídicas, legislativa e administrativa para fazer um governo excelente. Nesses primeiros dias já vimos uma série de medidas que seguramente ajudarão a retirar o Maranhão do atraso.
JP – Como o senhor avalia a pré-candidatura do deputado eleito Humberto Coutinho a presidente da Assembleia?
ZR – O deputado Humberto Coutinho é tarimbado, tem experiência e possui plenas condições de ser presidente da Assembleia. Ele é o candidato do governador Flávio Dino e o meu também. Com certeza vai ser eleito para realizar uma gestão equilibrada e boa para a Assembleia e para o Maranhão.

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Maranhão é de todos nós e a saúde também diz governador

O governador Flávio Dino quebrou as barreiras que existiam entre as redes de saúde do Estado e do Município, que impediam a transferência de pacientes da rede municipal às unidades da rede estadual.

Essa mudança foi anunciada, neste sábado(10), pelo próprio governador, via redes sociais. Segundo ele, a rede estadual de saúde não tem mais donos e que a prioridade é atender o cidadão sem querelas politiqueiras.


“Pacientes da rede municipal não são mais rejeitados na rede estadual e os sistemas trabalham em parceria”, escreveu o governador.

O governador aproveitou para anunciar que foi implantada a Regulação Única entre Estado e Município, que derruba todas as barreiras criadas no governo passado na área da saúde.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Pinheiro "cemitério" de obras com dinheiro publico


Fruto de um convênio  entre o governo do Estado na gestão de Roseana Sarney e a Prefeitura de Pinheiro, as obras de construção do terminal rodoviário do município, na região da baixada maranhense, ficaram pela metade assim como  do Parque Ambiental essa ultima que começou a ser construída em cima de outra obra inacabada do prefeito de Pinheiro Filuca Mendes.
Fica uma pergunta, as obras eram eleitoreiras ou os recursos foram usados para outros fins? Com a palavra o MP e os órgão de controle...





sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Policia de prontidão

Acusados de tentativa de assalto ao Banco Itau(Rua da Paz) tiveram os corpos crivados de bala no confronto com a Polícia Militar.

Os quatro assaltantes tentaram assaltar a Agencia do Banco Itau, na Rua da Paz. Os facínoras fugiram do Centro em duas potentes motos.

Os meliantes pensaram que despistariam os militares e passaram para bordo de um Fiat Línea Placa NWV9263. A PM foi mais inteligente.

O Serviço de Inteligência da Polícia Militar entrou em ação, passou a monitorar os bandidos, que morreram na troca de tiros com os militares.

Este é o primeiro reflexo- prontidão/ eficiência - da relação da PM com o governo de Flávio Dino, que aumentou o efetivo/atenção com a PM. 


Governador Brandão entrega e vistoria obras em Pinheiro e Bequimão neste final de semana

  O governador Carlos Brandão cumpre importantes agendas neste sábado (4) e domingo (5), a partir das 8h, nas cidades de Pinheiro e Bequimão...