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quarta-feira, 5 de julho de 2017

ABSTINÊNCIA DO PODER FAZ OPOSIÇÃO PERDER O PRUMO


Remanescentes da oligarquia não se conformam com a nova realidade do Maranhão
JORGE VIEIRA
A oposição bate cabeça na tentativa de atingir o Governo Flávio Dino, de olho na sucessão de 2018, mas está perdendo o prumo por falta de argumentos convincentes em seus discursos na tribuna da Assembleia Legislativa. A impressão que passa é que estão totalmente sem direção ao ponto do deputado Edilázio Júnior (PV) discriminar a população carente e sugerir que lugar de pobre é na periferia, ao criticar a instalação da Casa de Apoio Ninar na antiga casa de veraneio, onde os governadores ligados ao grupo Sarney  torravam o dinheiro do povo em festas nababescas .
Sua companheira de oposição, a deputada Andréa Murad, mesmo com o pai e ex-secretário Ricardo Murad, investigado e apontado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal como chefe da organização criminosa que desviou R$ 1 bilhão dos cofres da secretaria de Saúde do Estado, na maior cara dura, ainda tenta criticar a gestão atual justamente por está moralizando uma instituição pública cujos recursos, conforme a PF, também foram desviados para irrigar as campanhas eleitorais dela e do cunhado deputado Sousa Neto. Andréa usa a táctica do ladrão que rouba e sai gritando pega ladrão.
Adriano Sarney, o mais novo rebento do clã, cuja família passou quatro décadas mandando e desmandando no Maranhão, nos deixando apenas um legado de miséria e escândalos de corrupção que envergonhavam os maranhenses, é outro cujo discurso anda quilômetros da prática. Adriano é o “menino maluquinho” que aproveitou a passagem do avô pela presidência do Senado, segundo denunciou a chamada grande imprensa nacional, para fazer a sinecura dos empréstimos consignados. Adriano sofre com a abstinência do poder e morre de dor de cotovelo por conta da administração série e livre de corrupção, algo que sua tia Roseana  abominava .
O quarto oposicionista atende pelo nome de Sousa Neto.  Este mesmo é que não tem moral para criticar ninguém e deveria ficar bem quietinho, pois segundo a Polícia Federal, parte dos recursos desviados da secretaria de Saúde na gestão Roseana Sarney/Ricardo Murad serviram para turbinar sua campanha  em 2014. Este deputado, diante dos avanços que o Estado tem alcançado, principalmente no combate a corrupção, não se conforma em vê um governo que se preocupa com aqueles que mais precisam e não com grupo vorazes por saquear o dinheiro público.
Nem um dos quatro remanescente da oligarquia em crise de abstinência não querem admitir que o Maranhão vive hoje uma nova realidade. As obras faraônicas que serviam para desviar recursos deram lugar aos programas Escola Digna, Mais Asfalto, Mais IDH, entre tantos outros de grande alcance social, como o próprio Ninar, que despertou a ira de Edilázio. Para o quarteto, pelo visto, bom mesmo era na época em que dinheiro público era tratado como se fosse da família Sarney.

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